A Igreja

O Ministério do Filho de Deus:

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Será que me congrego fundamentado na Palavra de Deus?
Qual o Verdadeiro Lugar de Adoracao?
Você é Espiritual ou Espiritualista?
Quem São os Filhos de Deus?
Todos os Mistérios da Igreja Já Estão Revelados
A Atual Apostasia Não Tem Conserto
Cadê a Autoridade Bíblica da Sua “Igreja”?
Discípulo de Discípulo é Bíblico?
Profetas, Evangelistas, Pastores, Doutores, são dons recebidos de Cristo, e não cargos ou encargos profissionais remunerados pela Igreja:
• Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas.
• E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,
• Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;
• Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,
• Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. (Efésios 4:10-14)

Contrário ao que as diversas Linhas-Religiosas do Cristianismo proferem, o Ministério do Filho de Deus (Árvore da Vida) não iniciou com o advento da primeira vinda de Cristo por volta de dois mil anos atrás, mas sim, desde o Éden, ha cerca de seis milênios:
E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós (Êxodo 3:14). No princípio era o Verbo ←(Filho de Deus), e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1:1). Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou (João 8:58).
O Plano-de-Salvação do homem, ou restauração ao Paraíso, e a consequente devolução da Árvore-da-Vida (Apocalipse 2:7, 22:14), teve como consequência o sacrifício daquele, o Verbo, o Filho de Deus, pelo qual todas as coisas foram criadas: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou. (João cap.1: vs.1,2,3,11,12,14,18).
A Igreja, especificamente, edificada sobre Cristo (Petra em grego, Pedra, Mateus 16:18), na qual Pedro (Petrus em grego, pedregulho), assim como os demais Apóstolos e todos os Cristãos fiéis à Palavra de Deus, é a porção eleita dentre toda a cristandade que está regida pela Dispensação da Graça, e teve início no dia de Pentecostes, com o Batismo no Espírito Santo, e se encerrará por ocasião do arrebatamento, dando oportunidade à retomada de Israel, inicialmente com as Tribulações (sete anos) e posteriormente sob o Reino de Cristo por mil anos. Obs.: A porção não eleita faz parte da Cristandade, mas não da Igreja; são os cristãos nominais; são cristãos que professam Cristo mas dividem sua fé entre outras entidades religiosas ou apenas usam o título em benefício próprio.
A Igreja de Deus não está representada, na terra, por nenhuma Denominação ou Sacerdote, mas sim, pelo Espírito de Entendimento comum ao Pai e ao Filho, o Espírito Consolador (Espírito Santo); Espírito este, que Cristo O recolocou por ocasião do seu retorno ao Deus-Pai; só que desta vez O recolocou dentro do homem (interiormente) na dispensação dada à Igreja, e não entre os homens (exteriormente) como na dispensação da Lei dada a Israel: Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. (João 14:26).
O Templo do Espírito Santo de Deus é o próprio homem, sua imagem e semelhança:
Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (1 Coríntios 3:16). O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; (Atos 17:24). Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; (Hebreus 9:24). Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra o estrado dos meus pés. Que casa me edificareis? diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? Porventura não fez a minha mão todas estas coisas? (Atos 7:48-50).
A Igreja de Deus não é formada por uma denominação ou clã ou um grupo definido de pessoas dirigidas por um Sacerdote, Profeta, Pastor, Trombeta, ou qualquer outro título dado ao homem.
A Igreja de Deus é o conjunto de todas as pessoas que O Adoram em espírito e em verdade: Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. (João 4:24).
A Igreja de Deus é a Igreja Familiar, Apostólica, Comunitária, onde estiverem dois ou três reunidos em nome do Cristo, onde o mesmo Espírito de Entendimento de Deus vigora sem Desvio da Verdade nem Divisão de Entendimento, como prescrito na Nova Aliança; Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mateus 18:20).
Os Nove (9) Mistérios da Igreja, Revelados Unicamente ao Apóstolo Paulo (Efésios 3:8-10):
A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, E demonstrar a todos qual seja a comunhão do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus, (Efésios 3:8-10).
1-Mistério do Evangelho da Graça de Deus (Romanos 16:25-26):
Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto, Mas que se manifestou agora, e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé; (Romanos 16:25-26).
2-Mistério do Endurecimento de Israel, Por um Tempo (Tempo da Igreja), e Entrada da Plenitude dos Gentios (Romanos 11:25-27):
Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades. E esta será a minha aliança com eles, Quando eu tirar os seus pecados (Romanos 11:25-27).
3-Mistério do Arrebatamento e da Ressurreição do Corpo de Cristo (1 Coríntios 15:51-53):
Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade (1 Coríntios 15:51-53).
4-Mistério, Há Um Só Corpo (Igreja Una) (Efésios 3:1-9):
Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios; Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada; Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi; Por isso, quando ledes, podeis perceber a minha compreensão do mistério de Cristo, O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas; A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho; Do qual fui feito ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do seu poder. A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, E demonstrar a todos qual seja a comunhão do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; (Efésios 3:1-9)
5-Mistério da Cidadania Celestial do Crente, no Corpo de Cristo(Efésios 1:3 e Filipenses 3:20-21):
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo (Efésios 1:3);
Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas. Filipenses (3:20-21).

6-Mistério da Dispensação da Plenitude dos Tempos; Propósito de Deus em Reunir Tudo em Cristo (Efésios 1:9-10):
E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento, Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; (Filipenses 1:9-10)
7-Mistério da Graça de Deus, e Libertação da Lei (Romanos 6:14):
Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça (Romanos 6:14).
8-Mistério da Identificação do Crente com Cristo (1 Coríntios 15:1-4):
Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. (1 Coríntios 15:1-4)
9-Mistério da Iniquidade (2 Tessalonissences 2:6-12):
E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade. (2 Tessalonicenses 2:6-12)
Os Filhos de Deus são:
No sentido da criação, os únicos criados diretamente por Deus foram Adão e os anjos que são os únicos chamados de “filhos de Deus” no Antigo Testamento. Hoje, quem crê em Cristo é chamado de “filho de Deus” porque nasceu de Deus (nasceu de novo). Fora isso ninguém é filho de Deus: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam (receberam a Jesus), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:11-13). Considere que as Escrituras, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, apontam para Cristo como único capaz de prover salvação. Um (AT), como preparação para receber o Salvador; e outro (NT), como a salvação propriamente dita. No milênio pós grande tribulação (além do antigo e novo testamento) não será diferente, segundo as Escrituras.
Entendimentos Unânimes à Igreja de Deus:
• Que sempre estejam reunidos unicamente ao nome de Cristo, e nenhum outro nome (vigário, pastor, profeta, trombeta, etc.) seja apresentado:
Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mateus 18:20).
• Que tenham somente a pessoa de Cristo diante de suas mentes e corações, descartando exaltação a outro qualquer que seja, pois o que vier de maravilhoso, vem da parte de Deus, na pessoa de Cristo, e não de nenhum outro, e se estão ali é porque Cristo os conduziu:
E Jesus, voltando-se e vendo que eles o seguiam, disse-lhes: Que buscais? E eles disseram: Rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde moras? Ele lhes disse: Vinde, e vede. Foram, e viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia; e era já quase a hora décima (João 1:38-39).
Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna (João 6:68).

• Não impedir a ação do Espírito Santo, que é quem dirige a reunião da Igreja:
Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, Que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis. E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam; E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. (1 Tessalonicenses 5:9-20).
• Estejam atentos a qualquer coisa contrária à Palavra de Deus (Bíblia):
E falem dois ou três profetas, e os outros julguem (1 Coríntios 14:29).
Examinai tudo. Retende o bem (1 Tessalonicenses 5:21).

• Cada membro deve exercer a autoridade delegada pelo Senhor, identificando e julgando o mal (pecado) que possa surgir entre os irmãos:
E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mateus 18:17-20).
Geralmente se ouve que há entre vós fornicação, e fornicação tal, que nem ainda entre os gentios se nomeia, como é haver quem possua a mulher de seu pai. Estais ensoberbecidos, e nem ao menos vos entristecestes por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação. Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou, Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo, Seja, este tal, entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus. Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade. Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem; Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro? Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai pois dentre vós a esse iníquo (1 Coríntios 5:1-13).

• Que todos tenham oportunidade de serem usados por Deus, de modo que Deus possa usar a quem Ele quiser para apresentar sua vontade. E nas reuniões é necessário que fale um de cada vez, e exista controle próprio, sem imposição humana dizendo o que e a que momento fazer; mas que o controle esteja sempre com o Espirito Santo:
Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. (1 Coríntios 14:30-32).
• É necessário reconhecer e obedecer, pois é mandamento do Senhor, que as mulheres estejam caladas nas Igrejas (reuniões solenes), pois não lhes é permitido falar nem ensinar:
As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. Porventura saiu dentre vós a palavra de Deus? Ou veio ela somente para vós? Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor (1 Coríntios 14:34-37).
A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. (1 Timóteo 2:11-14).

• Reconhecer que quem guia a Igreja é o Espírito Santo, e que guia a toda a verdade, glorificando a Cristo e a sua direção, e sempre de acordo com as Escrituras e nunca contradizendo-as.
• Obedecer o princípio do retorno às origens: Retornar ao ponto onde errou para só então retomar o caminho certo.
• Não aceitar reunir-se em solenidades religiosas com grupos de crentes diferentes (denominacional ou não) num bloco ecumênico; isso seria aceitar a apostasia, agrupando retalhos divididos e desviados da verdade.
• O verdadeiro convertido e reunido somente ao nome do Senhor sabe que chegou até ali porque o Espírito Santo o levou, e não porque ele (convertido) escolheu. Portanto, aquele lugar (Igreja, Assembléia, Reunião) jamais poderá ser denominado com títulos ou símbolos ou fixado em edifícios (físicos ou soft), pois isso caracterizaria apenas mais uma entre as demais divisões.
• Obs.: Estas, não são regras fixas para serem decoradas, são entendimentos recebidos do Espírito Santo.
A Criação de Igrejas (Denominacionais ou Não) é Apostasia:
1) Que autoridade nos dá a Palavra de Deus para estabelecermos igrejas denominacionais ou não denominacionais em meio ao testemunho cristão, quando as Escrituras condenam a criação de seitas e divisões entre os crentes? (1 Co 1:10; 3:3; 11:18­19)
2) Com que autoridade vinda de Deus os cristãos denominam suas assim chamadas “igrejas” como Presbiteriana, Batista, Pentecostal, Aliança, Cristã Reformada, Anglicana etc., quando não há na Bíblia instruções para nos reunirmos em qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus Cristo? (Mt 18:20; 1 Co 5:4)
3) Com que autoridade os cristãos denominam seus grupos eclesiásticos em honra de proeminentes e dotados servos do Senhor, como Luterana (Martinho Lutero), Menonita (Menno Simons), Metodista­Wesleyana (John Wesley) etc., quando as Escrituras denunciam a formação de grupos de cristãos em torno de um líder na igreja? (1 Co 1:12­13; 3:3­9)
4) Que autoridade os homens receberam de Deus para estabelecerem essas igrejas segundo distinções nacionais, como “Igreja da Inglaterra”, “Irmãos Menonitas Chineses”, “Igreja Ortodoxa Grega”, “Batista Filipina”, “Igreja de Deus Alemã” etc., quando as Escrituras nos dizem que não existem distinções nacionais ou sociais na igreja de Deus? (Cl 3:11)
5) Que autoridade têm os cristãos para ornamentarem seus lugares de adoração à semelhança do tabernáculo e do templo da ordem judaica do Antigo Testamento? Muitas desses edifícios, chamados de “igrejas”, são ornamentados com ouro e outros materiais preciosos. Muitos desses edifícios, chamados “igrejas”, têm um altar. Outros têm partes do prédio destacadas como sendo mais sagradas do que outras. Que autoridade têm os cristãos para emprestarem coisas assim do judaísmo, quando a Bíblia indica que o cristianismo não é uma extensão da ordem judaica, mas possui um caráter totalmente novo de aproximar­se de Deus? (Hb 10:19­20; 13:13; Jo 4:23­24)
6) Acaso existe qualquer fundamento na Palavra de Deus para a existência de campanários, cruzes e outras coisas que são construídas nessas assim chamadas “igrejas”?
7) Será que existe qualquer base na Palavra de Deus para chamar esses edifícios de “igrejas”? A definição bíblica de “igreja” é de uma reunião de crentes que, pelo evangelho, foram chamados para fora, tanto dentre os judeus como dentre os gentios, e são unidos em um único corpo a Cristo, sua Cabeça no céu, pela habitação do Espírito Santo. (At 11:22; 15:14; 20:28; Rm 16:5; 1 Co 1:2; Ef 5:25)
8) Que autoridade as Escrituras dão para se colocar um homem na igreja (chamado de Ministro ou Pastor) para “conduzir” a adoração? As Escrituras ensinam que o Espírito de Deus foi enviado ao mundo para guiar a adoração cristã (Fp 3:3; Jo 4:24; 16:13­15). A Bíblia indica que é o Senhor, por intermédio do Espírito, quem preside na assembleia dos santos e dirige os procedimentos do modo como Lhe apraz. (1 Co 12:11; Fp 3:3)
9) Com que autoridade das Escrituras os cultos de adoração nessas igrejas são organizados com antecedência? Em algumas se costuma distribuir um programa descrevendo a ordem como se dará a adoração naquele dia em particular.
10) Com que autoridade das Escrituras esses cultos nas igrejas são chamados de “adoração”, quando eles geralmente constituem de apresentações musicais e de um homem ministrando um sermão?
11) Que autoridade o Novo Testamento dá para se utilizarem instrumentos musicais na adoração cristã? A adoração cristã é aquela produzida no coração pelo Espírito de Deus, e não por meios mecânicos através de mãos humanas. (At 17:24­25)
12) Com que autoridade das Escrituras são repetidas orações escritas previamente e impressas em livros de oração durante as reuniões da igreja? A Bíblia diz que não deveríamos usar de vãs repetições em nossas orações, mas que estas deveriam ser nossas próprias palavras saídas do coração. (Mt 6:6­8; Tg 5:16; Sl 62:8)
13) Que autoridade há para se ensaiar os Salmos nos chamados “cultos de adoração”, quando os Salmos expressam os sentimentos de pessoas que não estavam sobre um fundamento cristão e nem conheciam os privilégios cristãos?
14) Por que a maioria das igrejas celebra a ceia do Senhor uma vez por mês ou a cada 3 meses, quando o costume da igreja nas Escrituras, inicialmente estabelecido pelo ministério de Paulo, era de se partir o pão a cada dia do Senhor? (At 20:7)
15) Que autoridade há nas Escrituras do Novo Testamento para se designar um coro de cantores treinados para ajudar na adoração cristã?
16) Que autoridade há nas Escrituras para o uso de vestimentas especiais durante os cultos de adoração cristã? Os corais costumam estar vestidos assim e dependendo do lugar o Ministro também usa uma vestimenta característica.
17) Que autoridade têm essas igrejas para permitir que mulheres preguem e ensinem publicamente, quando a Bíblia diz que o papel das irmãs não é uma atuação pública na igreja, seja na administração, seja no ensino e pregação? As Escrituras dizem que elas devem permanecer em silêncio na assembleia. (1 Co 14:34­38; 1 Tm 2:11­12)
18) Que autoridade há para as mulheres dessas igrejas orarem e profetizarem (ministrarem a Palavra) com suas cabeças descobertas, quando a Palavra de Deus diz que deveriam cobrir a cabeça? (1 Co 11:1­16)
19) Que autoridade as Escrituras dão para permitir que apenas certas pessoas (como o Pastor ou Ministro) se ocupem do ministério da Palavra de Deus? Por que não há liberdade nessas igrejas para todos os que forem capacitados ministrarem guiados pelo Espírito? A Bíblia ensina que quando os cristãos se reúnem em assembleia, todos (os varões) devem ter liberdade para ministrar conforme o Senhor guiá­los por intermédio do Espírito. (1 Co 12:6, 11; 14:24, 26, 31)
20) Que autoridade as Escrituras dão para apoiar a ideia de que uma pessoa precisa ser ordenada para estar no ministério? Não existe na Bíblia um pastor, mestre, evangelista, profeta ou sacerdote que tenha sido ordenado para pregar ou ensinar! As Escrituras ensinam que o simples fato de uma pessoa possuir um dom espiritual é sua garantia para usá­lo! (1 Pd 4:10­11)
21) Que autoridade as Escrituras dão para fundamentar a ideia de que existem hoje no mundo homens que teriam poder para ordenar outros? Onde eles conseguiram tal poder?
22) Acaso existe qualquer autoridade para dar a pessoas títulos de “Pastor” (por exemplo, “Pastor João”), quando nas escrituras esse dom nunca foi atribuído a alguém como um título?
23) Onde nas Escrituras existe autoridade para se fazer de um homem um Pastor de uma igreja local quando as Escrituras nunca falam do dom de pastor como um ofício local? (Ef 4:11)
24) Com que autoridade das Escrituras os assim chamados Ministros se denominam a si mesmos “Reverendo”, quando a Bíblia diz que “Reverendo” é o nome do Senhor? (Sl 111:9 – versão inglesa) Alguns clérigos adotam o nome “Padre” (“Pai”), apesar de as Escrituras deixarem claro que não deveríamos chamar ninguém de “Pai”! Outros adotam o título de “Doutor” (que significa ‘mestre’ ou ‘instrutor’ em latim) quando as Escrituras também dizem para não procedermos assim. (Mt 23:8­10)
25) Seria a escolha de seu “Pastor” ou “Ministro” por uma igreja uma prática com base nas Escrituras? O procedimento usual é que o candidato a “Pastor” seja convidado por uma igreja para ter a oportunidade de provar que é qualificado para o posto ministrando alguns sermões. Se a sua pregação for aceitável, então a igreja (geralmente através de um corpo de diáconos) irá elegê­lo para ser seu “Pastor” local. Estaria este procedimento de acordo com a Palavra de Deus?
26) Onde nas Escrituras há autoridade para essas igrejas escolherem seus anciãos? Não existe na Bíblia uma única igreja que tenha escolhido seus anciãos.
27) Com que autoridade das Escrituras as igrejas tornam alguns dias “santos” e observam festas cristãs como Sexta Feira Santa, Dia de Todos os Santos, Quaresma, Natal etc.? As Escrituras dizem que o cristianismo não tem nada a ver com épocas e dias especiais. (Gl 4:10; Cl 2:16)
28) Que autoridade das Escrituras têm aqueles que ministram nos púlpitos dessas igrejas para ensinar doutrinas erradas como Teologia do Pacto, Amilenialismo, Segurança Condicional, Purgatório, Absolvição, Guarda da Lei etc.?
29) Acaso existe autoridade das Escrituras para se promover reuniões de “Testemunho”, onde um homem se levanta e diz para a audiência como ele foi salvo, geralmente descrevendo sua vida passada de pecados?
30) Que autoridade há no Novo Testamento para se recolher dízimo (10% de nossa receita) da audiência, quando o dízimo é claramente uma lei Mosaica dada para Israel? (Lv 27:32, 34; Nm 18:21­24)
31) Onde há nas Escrituras base para campanhas para se levantar fundos e pedir doações de audiências mistas de salvos e perdidos nessas igrejas? A Bíblia indica que os servos do Senhor não tomavam “coisa alguma” das pessoas deste mundo que não eram salvas, quando pregavam o evangelho a elas. (3 Jo 7)
32) Seriam os seminários e escolas bíblicas o modo de Deus preparar um servo para o ministério? Conceder e receber diplomas e títulos (como Doutor em Divindade) seria uma prática fundamentada nas Escrituras? A Bíblia diz que não devemos dar títulos honoríficos uns aos outros. (Jó 32:21­22; Mt 23:7­12)
33) Será que existe qualquer fundamento na Palavra de Deus para essas igrejas enviarem Ministros e Pastores para um determinado lugar para executarem uma obra para o Senhor? Costumamos ouvir comentários como, “o Pastor fulano foi enviado por tal organização”. As Escrituras mostram que Cristo, a Cabeça da igreja e Senhor da seara, é quem envia os Seus servos para a obra que preparou para eles, por meio da direção do Espírito, e que a igreja deve tão somente reconhecer isso estendendo ao servo a destra à comunhão. (Mt 9:38; At 13:1­4; Gl 2:7­9).
34) Onde nas Escrituras vemos a ideia da igreja ser uma organização que ensina? Costumamos ouvir pessoas dizendo, “Nossa igreja ensina que…” Na Bíblia não vemos a igreja ensinando, mas sendo ensinada por indivíduos que são levantados pelo Senhor. (At 11:26; Rm 12:7; Ap 2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22; 1 Ts 5:27).

Cristo (Jesus) É Deus!

Jesus é Deus
A Assinatura de Deus
Jesus é YHWH (Javé) do Antigo Testamento
Um Único Deus em Três Pessoas Distintas

Jesus é Javé
Velho Testamento Novo Testamento
Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o Senhor e não há outro (Is.45:18). No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez (Jo.1:1~3).
Anunciai, e chegai-vos, e tomai conselho todos juntos; quem fez ouvir isto desde a antiguidade? Quem desde então o anunciou? Porventura não sou eu, o Senhor? Pois não há outro Deus senão eu; Deus justo e Salvador não há além de mim (Is.45:21). Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor (Lc.2:11).
Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro (Is.45:22). E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para que conheçamos ao Verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna (1Jo.5:20).
Por mim mesmo tenho jurado, já saiu da minha boca a palavra de justiça, e não tornará atrás; que diante de mim se dobrará todo o joelho, e por mim jurará toda a língua (Is.45:23). Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo. Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim,E toda a língua confessará a Deus (Rm.14:10-11).
Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, (Fp.2:10).
Javé é Jesus
Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste! (Mateus 23:37)

Onde está escrito que Jesus é Deus?
O Velho Testamento:
Para mostrar que Jesus é o Messias, é comum ir ao Velho Testamento para considerar as muitas profecias e alusões (mais de 300) a respeito do Messias. Depois, deve mostrar no Novo Testamento como Jesus cumpriu estas profecias. Algumas destas profecias incluem referências ao Messias como sendo divindade.
Isaías 9:6 se refere ao Messias como “Deus Poderoso” (El Gibbor). Em Jeremias 32:18, o nome de “Deus Poderoso” é identificado como “SENHOR (Yahweh) dos exércitos”. Alguns têm argumentado que “Deus Poderoso” não é o mesmo que “Deus Todo-Poderoso” e, portanto, Jesus não era realmente Yahweh. Jeremias responde essa questão. O “Deus Poderoso” é “Yahweh dos exércitos.”
“Yahweh” (Jeová ou Javé) é usado 6.800 vezes no Velho Testamento. É o nome mais precioso para Deus. “Jesus,” como abreviação de Jehoshua, significa “Jeová, o Salvador”. Para seus pais terrestres, foi dada a mensagem que seu filho se chamaria “Jesus” (Mateus 1:21). Isto não foi acidental. A Bíblia de fato ensina que Jesus era Yahweh feito carne (João 1:1,14). Considere as seguintes ligações bíblicas:
1. Isaías 8:13-14 se refere a Yahweh como aquele que se tornaria uma pedra de tropeço e uma rocha de ofensa. O Novo Testamento aplica isto a Jesus em 1 Pedro 2:8.
2. Isaías 40:3 fala daquele que viria diante de “Yahweh” no deserto. Isto é aplicado a João Batista quando preparava o caminho para Jesus, o Cristo (Mateus 3:3; Lucas 1:76; João 3:28).
3. Em Isaías 42:8, Yahweh fala da glória que pertence somente a ele, e que ela não seria dada a outro. Jesus pregou sobre a glória que ele partilhava com o Pai antes que houvesse mundo (João 17:5). Em Isaías 6 é relatada uma visão na qual Isaías viu Yahweh sentado em seu trono. João 12:36-41 registra que afirmações feitas por Isaías foram pronunciadas “porque ele viu sua glória, e falou dele”. No contexto, isto é claramente uma referência a Jesus. Isaías viu “sua” glória e falou “dele”, de Jesus. Isto liga Jesus a Yahweh.
4. Isaías 44:6 faz uma afirmação clara a respeito de Yahweh: “Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus”. Seria lógico que alguém que declarasse isto teria que ser Deus, ou teria que ser um mentiroso. O Novo Testamento atribui esta mesma frase, “o primeiro e o último”, a Jesus (Apocalipse 1:17-18; 2:8: 22:13-16). Estas referências ensinam que Jesus é Yahweh.
5. Salmo 102 começa uma oração a Yahweh. Uma parte desta mesma oração é aplicada a Jesus em Hebreus 1:10-12. Seria difícil conciliar como uma oração (ou mesmo uma parte de uma) feita a Yahweh pudesse ser assim aplicada a alguém que não é Deus.
Estas e outras referências tomadas juntamente provêem um apoio muito forte para a divindade de Cristo sendo ensinada pelo Velho Testamento. Não parece ser por acidente que tais ligações fossem feitas entre os Testamentos. Jesus não estava vindo a esta terra para ser só qualquer outro homem; ele estava vindo para ser o salvador do mundo. Definitivamente, somente o próprio Deus poderia preencher este papel.
As declarações de Jesus:
Conquanto Jesus não tenha feito nenhuma declaração explícita de que era Deus, ele de fato fez declarações que definitivamente o identificavam como Deus. Tomadas em conjunto, elas apoiam uma questão para o entendimento de Jesus, que ele é Deus.
a. Ele declarou ter uma relação inigualável com o Pai. Ele não declarou apenas crer ou amar a Deus; ele declarou que ele e o Pai eram um (João 10:30). Ele não se referiu a si mesmo como um filho de Deus, mas o Filho de Deus. João 5:17-18 registra uma ocasião quando Jesus tinha feito um milagre justamente no sábado. Ele disse aos judeus: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”. Isto enfureceu os judeus, por isso “ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”. Eles entenderam que Jesus estava alegando ter uma relação com o Pai num sentido incomparável, e creram que isto era blasfêmia, pois ele estava “fazendo-se igual a Deus”.
b. Ele declarava ter autoridade para perdoar pecados. Marcos 2 registra quando Jesus, confrontado com um homem paralítico, simplesmente disse: “Filho, teus pecados são perdoados”. Os judeus pensaram que isto era errado, pois ninguém “pode perdoar pecados a não ser Deus somente”. De modo a provar que ele tinha autoridade para perdoar, Jesus curou o homem. O direito a perdoar pecados é um direito divino.
c. Ele se declarou sem pecado (João 8:29,46; 18:23). Outras passagens bíblicas apóiam esta declaração (Hebreus 4:15), que põe Jesus em nítido contraste com todos os outros, pois pecaram (Romanos 3:23).
d. Ele declarou ter autoridade para julgar o mundo (João 5:25-27). Ele disse que suas palavras haveriam de julgar no último dia (João 12:48). Ou ele se entendia como Deus, ou era o homem mais convencido e arrogante que jamais viveu.
e. Ele declarou falar as próprias palavras de Deus. Ele disse: “Minhas palavras não passarão” (Mateus 24:35). Ele colocou suas próprias palavras em igualdade com as palavras de Deus.
f. Ele declarou ser o único caminho para a salvação. Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Não se pode ficar neutro diante de uma declaração como esta. Ela é estreita e exclusiva. Mais tarde, os apóstolos testemunharam que não há outro nome dado pelo qual podemos ser salvos (Atos 4:12). Se não, a Bíblia está afirmando salvação através de alguém que não tem direito a declarar ser o único caminho até Deus.
g. Ele declarou ser o Autor e Doador da vida. “O Filho do homem dá vida a quem ele quer” (João 5:21). Ele se chamou o “pão da vida” (João 6:48), e a “ressurreição e a vida” (João 11:25).
h. Jesus exigiu a mais alta lealdade da humanidade. Ele disse que seus seguidores têm que negar a si mesmos e segui-lo (Lucas 9:23). Ele disse a seus seguidores que eles têm que amá-lo acima de tudo o mais, incluindo membros da família (Lucas 14:26; Mateus 10:34-39). Se Jesus não pensasse que ele era Deus, o que mais poderia ele estar pensando?
i. Ele declarou cumprir todas as profecias do Velho Testamento a respeito do Messias. (Lucas 24:44). Considerando quantas profecias há sobre o Messias, esta é uma admirável declaração. Uma vez que, conforme já foi demonstrado, o Velho Testamento liga o Messias a Yahweh, então a declaração de Jesus de ser o Messias é também uma declaração de divindade.
j. Jesus declarou ser Deus. Ao falar aos judeus sobre Abraão, Jesus disse: “Antes que Abraão fosse, eu sou” (João 8:58). Isto levaria os judeus de volta ao tempo quando Yahweh falou a Moisés no arbusto ardente, declarando ser “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3:14). Por causa desta declaração os judeus pegaram pedras para atirar em Jesus, pois eles sabiam as suas implicações. Nesta afirmação, Jesus estava declarando existência eterna e auto-suficiência. Se ele não fosse Deus, então isto realmente seria blasfêmia.
A aceitação de adoração:
Outra importante prova bíblica da divindade de Jesus é sua aceitação de adoração. A Bíblia ensina que o único que deve ser adorado é Deus. O próprio Jesus reconheceu isto (Mateus 4:10). Conquanto seja possível para alguém que não é Deus aceitar adoração, a aceitação de adoração por Jesus mostra, pelo menos, que ele pensava ser divino. Muitos exemplos disto são dados nos relatos do evangelho (cf. Mateus 8:2; 9:18; 14:33; 28:9,17). Merecem observação especial três passagens do Novo Testamento ligadas com isto:
a. João 5:23. Jesus afirmou que todos deverão honrar o Filho (Jesus) exatamente assim como ele honrava o Pai. Se ele não pensasse que era Deus, então ele era culpado de blasfêmia. Esta afirmação sozinha demonstra o ensinamento bíblico da divindade de Jesus. Para que alguém declare que merece a mesma honra que o Pai, teria que ser Deus, ou teria que ser um mentiroso.
b. João 20:28. Depois da ressurreição, Jesus apareceu aos seus discípulos. Tomé não estava presente no primeiro aparecimento, e duvidou que Jesus tivesse realmente sido visto. Quando Jesus apareceu novamente, Tomé viu e fez a seguinte afirmação a Jesus: “Meu Senhor e meu Deus”. Não há indicação de que Jesus tentasse corrigir isto. Jesus aceitou esta adoração, tanto como a referência a sua divindade. De fato, ele respondeu a Tomé: “Porque tu me viste, acreditaste?” (20:29).
c. Hebreus 1:6. Referindo-se a Jesus, o texto diz: “Que todos os anjos de Deus o adorem”. Esta instrução é dada pelo Pai. A Bíblia mostra que os anjos sabiam que o único que poderiam adorar corretamente era Deus. (Apocalipse 19:10). Se lhes é dito por Deus para adorarem Jesus, então esta é uma clara implicação do ensinamento de que Jesus é Deus.
Fonte: Doy Moyer (estudosdabiblia.net)

Todos Pecaram e estão destituídos da Glória de Deus:

Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado. Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. (Romanos 3:20-24).
Consecutivamente ao que aconteceu com Adão e Eva, as gerações até o Grande Dilúvio, as civilizações até Abraão, Israel e toda circunvizinhança envolvida, Roma juntamente com o consequente Catolicismo-Romano, e finalmente com o Protestantismo e toda suas variantes, o homem, religioso ou não, jamais se firmou na Verdade da Palavra de Deus, e busca subterfúgios nos atributos daquela (deusa, inicialmente Lúcifer, e depois: Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, a antiga Serpente, Satanás, o atual Dragão) que desde o Éden tem sido a desgraça do homem, assim como foi para com um terço dos anjos do Céu.

Em quem está o Livramento e a Salvação?
Muitos já vieram em seus próprios nomes e prometeram livramento e/ou salvação, e muitos outros ainda virão com essas mesmas promessas; uns como Vigário do Filho de Deus, outros como Profetas ou Pastores ou Trombetas, e outros ainda, como o próprio Messias, mas: E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. (Atos 4:12). E este nome é o Nome do Cristo, E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós. E disse aos discípulos: Dias virão em que desejareis ver um dos dias do Filho do homem, e não o vereis. E dir-vos-ão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali. Não vades, nem os sigais; Porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia. (Lucas 17:20-24). Portanto, se alguém vos disser que é necessário segui-lo ou congregar em alguma igreja, templo, lugar ou grupo de pessoas para salvar-se ou para livramento, lembre-se que tudo isso é mentira pois, há um só nome ao qual devamos nos congregar, e este nome é o Nome do Cristo, Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. (Mateus 18:20).

Os Crentes Que Morrem em Cristo Vão Para Cristo, e Cristo Está no Céu:
Onde diz que o Crente vai para o Céu? Por: Mário PersonaPrimeiro, Segundo, e Terceiro Céus Por: Elias Oliveira

Para onde o crente vai quando morre?
Quando eu usar a expressão “crente” aqui, entenda que não estou falando de alguém que seja membro de uma religião protestante ou evangélica, mas simplesmente daquele que crê em Jesus como seu Salvador e Senhor. Estarei me referindo à pessoa que nasceu de novo; que tem sua salvação eterna assegurada pela obra que Cristo consumou no Calvário; de alguém que foi objeto da misericórdia de Deus, não recebendo o que merecia, e da graça de Deus, recebendo o que não merecia. Estarei falando daquele que já está em Cristo, “depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa” (Ef 1:13).
Apesar de usarmos repetidas vezes a expressão “ir para o céu” quando nos referimos à situação do crente após a morte, só existe uma passagem nas Escrituras em que essa promessa é feita: Ao ladrão na cruz, ao qual foi prometido o encontro com Cristo naquele mesmo dia no Paraíso. Luc_23:43 E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.
Algumas religiões tentam distorcer esta passagem colocando uma vírgula depois da palavra “hoje”: “Em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso”, como se “hoje” estivesse relacionado ao momento em que o Senhor disse aquilo, e não ao momento em que estariam juntos no Paraíso. Essa ideia foi popularizada pelas Testemunhas de Jeová em sua tradução espúria da Bíblia, feita para adaptar o texto às suas doutrinas. Dentre outras coisas, aquela seita nega a esperança imediata de o crente estar com Cristo após a morte e nega também, o que é mais grave, a própria divindade de Cristo.
Paulo identifica o “Paraíso” em sua epístola aos Coríntios como sendo o “terceiro céu”.
2Co 12:2-4 Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu… Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar.
“Terceiro céu” é a esfera que está acima da atmosfera onde voam as aves (primeiro céu ou atmosfera) e do firmamento onde estão planetas e estrelas (segundo céu, identificado na Bíblia como o “firmamento”). O terceiro céu é a esfera onde habitam os anjos e os salvos por Cristo. Acima de todos os céus, ou a “luz inacessível” é onde Deus habita, uma esfera vedada ao homem.
Apocaplipse 6:14 E o céu (primeiro céu ou atmosfera) retirou-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
Daneel 12:3 Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento (segundo céu); e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.
Efésios 4:10 Aquele que desceu [Jesus] é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas.
1Timóteo 6:16 Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível [acima de todos os céus]; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno.
Apesar de não termos explicitamente na Bíblia a expressão “ir para o céu”, temos muito claro que, para o salvo, sair desta vida significa “estar com Cristo, o que é ainda melhor” (Fp 1:23). Portanto, não é o “lugar” futuro que o crente almeja, mas a companhia de Jesus, algo que ele já desfruta aqui apesar das barreiras criadas por este corpo ainda imperfeito. Será bom estar no céu, mas não são as sensações de felicidade ininterrupta que o crente busca, e sim a Pessoa que o salvou: Jesus.
Alguns erros surgiram ao longo dos séculos de cristandade, um deles a ideia de que o crente que morre ficaria em uma espécie de sono da alma. Isso é logo descartado pelo caso contado pelo Senhor do rico e de Lázaro — isto mesmo, “caso”, pois a história do rico e de Lázaro não começa identificada como parábola, como o Senhor faz com as parábolas. Ambos estão muito vivos e conscientes. Escrevi algo sobre o significado de “dormir” aqui.
A ideia que alguns também têm de que haverá uma destruição definitiva dos ímpios no final também é descartada pelo que o Senhor diz acerca do “bicho que nunca morre”. A partir do dia em que fomos gerados, passamos a ter uma alma imortal, seja o seu destino o céu ou o lago de fogo. Escrevi sobre isso aqui.
Mas então o que acontece com a pessoa após a morte, e antes que venha o dia de sua ressurreição? Onde ela estará? Como estará? É certo que o crente estará aguardando da ressurreição do corpo, o qual voltou ao pó após a morte, e já vimos que essa pessoa estará consciente e apta a desfrutar de alegrias, enquanto o perdido já estará padecendo o sofrimento no hades (palavra grega que significa lugar dos mortos, às vezes traduzido por “inferno”) antes mesmo de seu destino final que será o lago de fogo.
Obviamente o estado do crente no pós-morte e antes da ressurreição trata-se de um estado intermediário e passageiro. Jesus ressuscitado é “as primícias dos que dormem” (1 Co 15:20). Na Bíblia a expressão “dormir” é usada para os que morreram na fé e está relacionada ao corpo, não à alma e espírito. Isto fica muito claro quando é feita menção da morte de Davi, como tendo dormido e visto a corrupção. Obviamente Davi era um homem salvo e sua alma e espírito não viram a corrupção, mas apenas o seu corpo material.
Atos 13:36 Porque, na verdade, tendo Davi no seu tempo servido conforme a vontade de Deus, dormiu, foi posto junto de seus pais e [seu corpo] viu a corrupção.
1 Corintios 15:42 Assim também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção.
Atos_2:31 Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno [hades], nem a sua carne viu a corrupção. (Esta passagem deixa claro que nem uma coisa nem outra aconteceu com Jesus: ele nem foi para o hades e nem seu corpo se corrompeu – se você é daqueles que acha que Jesus desceu ao hades para pregar lá é melhor ler aqui).
Outras passagens que utilizam o verbo dormir para a morte dos santos, sempre relacionado ao corpo, como foi com Davi no versículo acima:
1 Corintios 11:30 Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem.
1 Corintios 15:20 Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.
1 Tessalonicenses 4:15 Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
1 Corintios 15:17-18 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos.
2 Pedro_3:4 E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais [patricarcas] dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.

Mas vamos voltar ao nosso assunto, que é a preciosa esperança que o crente pode ter de estar com Cristo imediatamente após sair desta vida pela morte, se o arrebatamento não vier primeiro. O crente não está aqui esperando pelo cumprimento de profecias do Antigo Testamento, pela vinda do Anticristo, pela concretização da apostasia, pela deterioração das condições do mundo, e nem pelo reino milenial de Jesus. A esperança do crente é estar com Cristo, assim como a noiva (que é um tipo da Igreja) espera pelo noivo, e não pela festa de casamento, cartório, presentes etc. Se não for assim, tem alguma coisa muito errada com a noiva…
1 João 3:2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
Romanos 8:29 Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

Uma prévia do que seremos pode ser vista no monte da transfiguração, quando Moisés e Elias apareceram em glória juntamente com Jesus em Lucas 9:28-36. Os dois profetas de Deus estavam vivos, conscientes e foram imediatamente identificados, ou seja, não perderemos nossa identidade na glória. Eu serei eu, você será você e iremos nos reconhecer.
1 Corintios 15:49 E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial.
Porém isso é a condição na qual estaremos eternamente, o que ocorrerá após a ressurreição, quando o Senhor “transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas” (Flp 3:21). De qualquer modo, isto deve ser o que almejamos, estarmos com Cristo, sermos transformados à semelhança dele e desfrutarmos de todas as bênçãos espirituais reservadas para nós nos lugares celestiais, as quais já são nossas graças à obra que ele consumou (Efésios 1:3).
Não faria sentido o crente ser mandado para um lugar intermediário e não diretamente para a presença de Cristo depois de termos revelado o desejo de Deus a nosso respeito. Acaso faria sentido Estêvão ter a visão de Jesus esperando por ele à destra da majestade nas alturas e não ir diretamente para lá após seu apedrejamento?
Ats 7:55 Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus;
Ats 7:56 E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.
Ats 7:57 Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele.
Ats 7:58 E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo.
Ats 7:59 E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.
Ats 7:60 E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.

Fica muito claro nesta passagem que Estêvão não tem qualquer intenção de ver seu espírito ser lançado no hades, como pensam alguns ser este o estado intermediário entre a morte e o céu. “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”, diz ele, após ver “os céus abertos, e o Filho do Homem, que está em pé à mão direita de Deus”. Ele não diz para o Senhor receber o seu espírito depois de ele acordar ou sair do hades.
Seria um absurdo imaginar que Estêvão tivesse, ainda no corpo, um privilégio — ver o Senhor claramente no céu — que lhe seria negado imediatamente após sua morte, ou por ser lançado no hades para aguardar a ressurreição, ou por ficar em um estado de sono, como pensam alguns. Se a porção do crente já é Cristo, aqui e agora, de quem ele pode desfrutar a companhia, que estado intermediário seria esse inventado por hereges em que perderíamos esse privilégio até o dia ressurreição?
Todas as indicações do Senhor são de um desejo ardente de ter os Seus consigo o tempo todo, e não adormecidos ou fazendo estágio no hades.
Joã_12:26 Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.
Joã_14:3 E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
Joã_17:24 Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo.

Até mesmo enquanto estamos aqui neste corpo a exortação é para pensarmos no céu.
Flp_3:20 Mas a nossa cidade [“cidadania” ou “vocação”] está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,
Col 1:4-5  Porquanto ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus, e do amor que tendes para com todos os santos; Por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual já antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho,
1Pe 1:4 Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós,

Portanto, tudo aponta para o céu, seja nossa esperança, seja o desejo do Senhor para nós estarmos com ele, e isso imediatamente após nossa morte, se esta ocorrer antes do arrebatamento. Não há nada na Palavra de Deus que mostre o hades como destino da alma do crente, mas sim do incrédulo. Para o crente, nada poderá separá-lo daquele que o salvou: Jesus. Nem sequer a morte será capaz de fazer isso, supostamente lançando a alma do crente em um estado intermediário no hades ou em alguma espécie de sono.
Rom 8:38-39  Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Jesus não está no hades e eu também não pretendo fazer um estágio lá ausente da presença do Senhor.
Fonte: Mario Persona

O Cristo do Evangelho (Novo Testamento) é Realmente o Messias Prometido nas Escrituras?

Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos (Daniel 9:24-25).
Ora, neste ponto do tempo, após 69 (7+62) semanas-proféticas (483 anos) da ordem pra restaurar Jerusalém, surgiria o Messias, o Príncipe (“P” maiúsculo), o Cristo.
E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações (Daniel 9:26).
Aqui as Escrituras dizem que depois da vinda do Messias Ele seria tirado (morto), e o povo do príncipe (“p” minúsculo) do Anticristo destruiria a cidade e o santuário.
Jerusalém foi restaurada conforme as Escrituras, e em 70 d.C. foi destruída pelos Romanos (povo do príncipe do anticristo) sob o comando do general Tito, também conforme as Escrituras.
Se o Messias deveria surgir no período após a reconstrução e antes da destruição do Templo de Jerusalém, e tudo isso já aconteceu, cadê o Messias?
O Cristo, que morreu na cruz para remir os pecados de quem nele crê, é o Messias!

O Arrebatamento da Igreja Será Antes da Última-Semana ←(Grande Tribulação):
Artaxerxes assumiu o Trono Persa em 465 a.C. e assinou o Decreto para Restaurar e Edificar Jerusalém no 20º ano do reinado, em 445 a.C. (Ne.2:1-8). Ao completar as 69-Semanas (após 483 anos, 6/04/32) Cristo entrou em Jerusalém montado num jumentinho, como profetizado em Zc.9:9, para crucifixão.

Obs.: Uma-Semana-Profética são Sete-Anos→ Também contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos; de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos (Levítico 25:8).
O Arrebatamento Não Será na Metade da Última Semana
O Arrebatamento Não Será Depois da Grande Tribulação
O Senhor Buscará Sua Igreja Antes da Grande Tribulação
O Arrebatamento da Igreja
Entendendo o Arrebatamento e a 2ª Vinda de Cristo
O arrebatamento não sera audível nem visível ao mundo
A Arca de Noé Não é Figura do Arrebatamento

A Igreja nunca aparece na profecia porque a profecia fala de Israel e do mundo. Portanto em Daniel a prova da Igreja ser arrebatada antes dos 7 anos finais está justamente na falta de um número (490) de anos suficiente para fechar a conta feita na própria profecia.
Vejamos:
No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão. Setenta semanas (490 anos) estão determinadas sobre o teu povo (Israel), e sobre a tua santa cidade (Jerusalém), (Daniel 9:23-24).
Considerando que os eventos descritos a seguir e culminando com a destruição de Jerusalém e do templo já ocorreram em um período de (490-7=483) anos, então podemos afirmar que aqui o termo “semana” refere-se a anos. Na verdade a palavra “semana” não aparece no original, que diz mais ou menos assim: “Setenta setes (ou setenta sétimos) estão determinados”.
“…para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados,” (Daneel 9:24)
O sentido aqui é da transgressão chegar ao seu fim, ao seu ponto final, ou seja, depois da rejeição do Messias não haverá transgressão maior que esta. Na continuação Israel terá também seus pecados perdoados, o que pode ser o significado da segunda parte.
“… e para expiar a iniqüidade,”
Embora a obra da expiação tenha sido feita na cruz, os seus efeitos no que diz respeito à Israel (que é o assunto aqui) só serão levados a termo no futuro, quando um remanescente reconhecer o Messias e crer. Então a nação irá desfrutar da obra já consumada de Cristo na cruz.
“…e trazer a justiça eterna,”
Aqui é o Milênio, com Israel vivendo sob um Rei justo, Jesus, cuja justiça é efetivamente eterna, ainda que o Milênio seja apenas um período de tempo.
“…e selar a visão e a profecia,”
Toda a profecia culmina em Jesus e na sua obra perfeita, não apenas a que foi realizada na cruz, mas também todos os seus desdobramentos que incluem a sua vinda para estabelecer o seu Reino. Portanto, no fim dos 490 anos ou setenta semanas representa também o fim ou cumprimento desta profecia.
“…e para ungir o Santíssimo (lugar).”
No início do Milênio o templo que Ezequiel descreve (cap. 40-44) será consagrado em Jerusalém e o Senhor será a sua glória como aconteceu na inauguração do templo de Salomão.
“Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém,”(Daniel 9:25)
Esta ordem você encontra em Neemias 2:1-8 dada por Artaxerxes.
“…até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos.”
Entre a ordem de restaurar e a morte de Cristo (devia ser sua coroação, mas lhe deram por trono uma cruz) passaram-se 7 semanas (49 anos) mais sessenta e duas semanas (434 anos). Isso já é história. Alguém calculou os anos descontando os erros de calendário e chegou à data da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, e não da cruz. Seja o que for, a diferença é de dias,.
E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo;
O Messias cortado refere-se à morte de Cristo. Outra tradução diz: “…será cortado e não terá nada”.
“…e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações.”
Aqui não é “o príncipe que há de vir”, mas o seu povo, pois trata-se do povo romano que destruiu Jerusalém e o Templo no ano 70 DC. O “príncipe” virá depois, e ele é o anticristo, mas seu povo já estava lá atrás agindo conforme a profecia.
É aqui que existe uma lacuna que a profecia não revela porque a Igreja ainda era um mistério para os profetas, e só seria revelada muito depois ao apóstolo Paulo. Repare que é aqui que dá para encaixar os dois mil anos que já se passaram e que não entram na contagem dos (490-7) anos.
Se tentarmos encaixar o arrebatamento na metade da última semana de 7 anos que falta aqui ou no seu final, ou seja, quando Cristo vem para reinar, a conta simplesmente não fechará. Teríamos 69 semanas (483 anos), mais umas 287 semanas (2000 anos), mais 1 semana (7 anos). Ou a aritmética profética está dando um erro de 2 mil anos ou teremos de concluir que o relógio profético parou com a rejeição e morte de Jesus e só voltará a bater quando o anticristo firmar uma aliança com muitos no início da última semana. Este é o assunto do próximo versículo:
E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador (Daniel 9:27).
Portanto, vejo que a ordem dos acontecimentos é esta:
1. Sai a ordem para restaurar Jerusalém (Neemias)
2. O Messias vem e é tirado (morto)
3. O povo romano (do qual será o anticristo) destrói Jerusalém e o Templo
4. O príncipe daquele povo que destruiu a cidade e o Templo faz uma aliança
5. Na metade da semana ele rompe a aliança de forma hostil e idólatra
6. Ele irá assolar os judeus fiéis até o fim (da semana de anos)
Fonte: Mário Persona

Mais um breve relato:
No tempo do Profeta Jeremias, quando Israel pecou gravemente, inclusive adorando a Rainha do Céu (Satã) e seus demônios, Deus entregou seu “Reino de Deus na Terra (Israel)” nas mãos da Babilônia de Nabucodonosor; e assim se fez, cumprindo a profecia do Profeta Jeremias.
Semelhantemente, no tempo de Jesus, Israel estava preste a pecar gravemente mais uma vez, pois mataria seu Messias, o Senhor Jesus (Cristo).
Então o Senhor Jesus disse que retiraria o Reino de Deus (Israel) das mãos de Israel e entregaria a Outra-Nação (Roma), que daria seus frutos; e foi exatamente o que aconteceu no ano 70 d.C., quando o General Tito (romano), com seu Exército, invadiu Jerusalém e desbaratou todo o povo israelita pelos quatro cantos da Terra e destruiu o Templo, saqueando todos os bens completamente, se cumprindo assim a profecia predita em “Daniel 9:26” e confirmada pelo Senhor Jesus.
Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos (Mateus 21:43).
E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. Daniel 9:26

O povo-do-príncipe (Roma) (príncipe com “p” minúsculo, iníquo), já veio (só o povo), se cumprindo a Profecia de Daniel 9:26, mas falta vir o príncipe (iníquo) que fará aliança com muitos e na metade da Semana (semana-profética, sete anos) quebrará a aliança. Estes Sete-Anos é o período da Grande Tribulação, mas, neste tempo, a Igreja de Cristo já terá saído de cena (arrebatamento) juntamente com o Espírito Santo e o Evangelho da Graça de Deus; e nesse tempo Deus enviará a Operação do Erro (2Ts.2:11) aos que, já tendo ouvido o Evangelho da Graça, não aceitaram o Senhor Jesus (Cristo) como Único Salvador. Também nesse tempo, o Evangelho do Reino voltará a ser pregado e quem crê será salvo.
E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador (Daniel 9:27).
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim (Mateus 24:14).

A profecia de “Daniel 9:26” nos dá a certeza de que o INÍQUO surgirá de Roma, pois o POVO ROMANO (povo do príncipe) foi quem destruiu a Cidade e o Santuário (Jerusalém e o Templo) e desbaratou Israel pelos quatro cantos da Terra.
Por: J.Alencar

Os Bodes e Ovelhas de Mateus 25 é Separação de Pessoas Vivas Após a Grande Tribulação:

Esta passagem bíblica não se refere ao julgamento dos mortos que irão para o Céu (ovelhas), e dos que irão para o Inferno (bodes), como proferem as religiões.
A passagem que lemos em Mateus 25:31-46 nos fala da vinda de Cristo para julgar as nações e reinar. Isso ocorre depois do arrebatamento da Igreja (descrito em 1 Tessalonicenses 4) e da grande tribulação (descrita em Mateus 24).
Mat 25:31:-32 “Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes.
Se você considerar também outra passagem que fala do mesmo evento, verá que é correto pensar que Jesus descerá acompanhado também dos santos que foram arrebatados antes:
1Ts 3:13 Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os seus santos.
Repare em alguns detalhes importantes aqui: Jesus vem com todos os seus anjos e santos para um julgamento das nações (ou gentios), identificadas aqui como “bodes” e “ovelhas”. Se você observar o Antigo Testamento verá que o julgamento de nações era algo comum, e Deus fazia isso levando em conta como elas tratavam o seu povo terreno, Israel. O Julgamento das Nações é um julgamento coletivo de grupos de pessoas vivas, dentre as quais algumas continuarão vivas para desfrutarem do reino milenial de Cristo e outras serão mortas para aguardarem o julgamento individual do Grande Trono Branco no final de Apocalipse.
Portanto é preciso não confundir este julgamento de Mateus 25 com o Tribunal de Cristo, que é um julgamento, não das pessoas, mas de suas obras dos crentes, do qual julgamento todos saem salvos (é como um juri de obras de arte, por exemplo). As passagens que falam do Tribunal de Cristo, do qual só participam os salvos, estão aqui: Rom_14:10; 1Co_3:11-15; 2Co_5:9-10.
O Julgamento das Nações de Mateus 25 também não pode ser confundido com o Grande Trono Branco, ou juízo final, de Apocalipse 20:11-15. Estes “bodes” de Mateus 25 serão mortos e ficarão aguardando o juízo final para serem lançados no lago de fogo.Talvez a passagem em Joel possa ser identificada com este momento aqui: Joe 3:2 “Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra”.
É importante notar que as nações (gentios) serão julgadas de acordo com a maneira como trataram o remanescente fiel de Israel, aqueles judeus convertidos durante a tribulação, muitos dos quais terão sido martirizados. Se prestar atenção verá que existem aqui três classes, e não apenas duas: “bodes”, “ovelhas” e “pequeninos irmãos”.
Os “bodes” serão as nações que não deram guarida aos “pequeninos irmãos”, os judeus convertidos nesse período que estarão sendo perseguidos pelo anticristo. As “ovelhas” serão as nações que protegeram e alimentaram esses judeus errantes. Estas recebem do Rei a promessa: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”.
É importante entender que não se trata aqui da salvação eterna, já que esta não é obtida por meio de boas obras. A promessa é de participarem vivos do reino de Cristo na terra, o qual durará mil anos. Durante esses mil anos aqueles que pecarem serão julgados todas as manhãs e serão mortos, para depois serem julgados no Grande Trono Branco. Entenda-se que o reino de Cristo na terra será formado por pessoas que não necessariamente nasceram de novo, mas que apenas professam submissão ao Rei, algo muito parecido com o que acontece hoje na cristandade. É preciso lembrar que no final dos mil anos Satanás será solto (ele ficará preso nesse período) e irá arrebanhar milhões de seguidores para lutarem contra Cristo, o que mostra que nem todos terão entrado no milênio realmente convertidos, e nem todos os que nascerem nesse período serão de Deus.
O Senhor se identifica com estes judeus de tal modo que os chama de meus pequeninos irmãos”. Serão esses “pequeninos irmãos” os que se recusarão a negar o nome do Senhor e a ter a marca sobre suas mãos e testas. A identificação do Senhor com seus “pequeninos irmãos” faz lembrar a identificação dele com a igreja no livro de Atos, quando ele pergunta a Paulo “Por que me persegues?”, quando Paulo perseguia os cristãos, e não o Cristo, que Paulo considerava já morto.
Outro detalhe que aprendemos da passagem é que Deus não preparou o fogo eterno para os homens, mas “para o diabo e seus anjos” Mt 25:41. Os homens que forem parar no lago de fogo estarão em um lugar que não era destinado a eles, mas para onde eles insistiram em ir.
Mais um detalhe importante é o da introdução dos gentios no reino milenar de Cristo: Mat 25:34 “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita [as ovelhas]: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado DESDE a fundação do mundo”. O reino prometido a Israel e aos gentios que protegerem os “pequeninos irmãos” é um reino preparado desde a fundação do mundo”.
Trata-se de algo diferente daquilo que foi prometido à igreja em Efésios 1:4-23: “nos elegeu nele ANTES da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor… a igreja, Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos”. Durante o reino milenial de Cristo aqui neste mundo existirá uma distinção clara entre judeus e gentios, algo que não existe na atual época da igreja. Esta, apesar de ser formada por judeus e gentios convertidos a Cristo, é identificada como algo à parte de judeus e gentios.
1Co_10:32 Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos JUDEUS, nem aos GREGOS [GENTIOS], nem à IGREJA DE DEUS.
A grande dificuldade que as pessoas têm para entenderem a profecia está em não conseguirem distinguir com clareza que Deus tem dois povos, Israel e Igreja, e saber que a Igreja não aparece nenhuma vez na profecia no Antigo Testamento, mas é um parêntese no desenrolar dos planos de Deus. A Igreja, que foi formada apenas em Atos 2 e deixará este mundo no arrebatamento de 1 Tessalonicenses 4, permaneceu um mistério durante milênios, tendo sido revelada inicialmente apenas ao apóstolo Paulo, conforme ele explica:
Efs 3:4-10 Por isso, quando ledes, podeis perceber a minha compreensão do mistério de Cristo, O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas; A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho; Do qual fui feito ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação do seu poder. A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo, E demonstrar a todos qual seja a dispensação do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus,
Col 1:24-26 Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja Da qual eu estou feito ministro segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para convosco, para cumprir a palavra de Deus O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos
A falta de compreensão e distinção entre Igreja e Israel causou aberrações como as Cruzadas, quando os cristãos acreditaram que deveriam tomar posse na Jerusalém terrena e expandir o evangelho no mundo usando a força. Esta mesma visão continua entre os adeptos da Teologia do Domínio; e seus desdobramentos, como a Teologia da Prosperidade, que não enxerga a diferença entre as promessas terrenas feitas a Israel e as promessas celestiais feitas à Igreja.
No mesmo engano incorrem aqueles que aguardam pela vinda do anticristo e pela realização de eventos que só ocorrerão após o arrebatamento da Igreja, como a pregação do evangelho do reino em todo o mundo e os juízos descritos em Apocalipse para caírem sobre o planeta. Assim como acontece com o abotoar de uma camisa, se você errar o primeiro botão, todos os outros serão abotoados errados, quando não se tem entendimento das diferentes dispensações ou maneiras de Deus tratar com o homem, tudo mais ficará fora de seu lugar.
Mas às vezes o entendimento imperfeito de que Deus irá abençoar Israel no final também leva a atitudes erradas por parte dos cristãos, que passam a acreditar que a volta prometida de Israel à sua terra já tenha acontecido e passam então a estimular judeus a voltarem para Jerusalém, ao invés de pregar o evangelho a eles. Esses se esquecem de que os judeus voltaram a Israel ainda em seu estado de incredulidade e rebelião contra Deus, o qual permitiu isso porque é ali mesmo que dois terços deles serão mortos pelos exércitos do anticristo. A terra de Israel que ora existe será dizimada antes de Deus realmente plantar ali o seu povo, porém o remanescente fiel que irá se converter ao seu Rei após o arrebatamento da Igreja.
Fonte: Mário Persona.

A Pena de Morte Foi Instituída por Deus e Confirmada no Antigo e Novo Testamento:

• Quando Deus criou o homem, criou um homem inocente e sem qualquer conhecimento de bem ou mal. O homem não conseguiu conservar sua inocência e pecou, o que acarretou uma pena de morte, morte física e espiritual, além da expulsão da presença de Deus.
• Como conseqüência do pecado e rebelião, todos nascemos mortos espiritualmente e sujeitos à morte também do corpo, além de naturalmente réus do juízo eterno. O Senhor deixou claro em João 3:18 que a condenação é um estado permanente e natural ao ser humano, e não, como pensam alguns, algo que se adquire por não praticar o bem. “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”.
• Depois de sua queda e de posse da consciência do bem e do mal, o homem preferiu continuar em rebelião contra Deus até vir o dilúvio, uma espécie de recomeço. A Noé, o patriarca de uma nova geração de pessoas, foi dada a autoridade humana de julgar e condenar seus semelhantes. “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem.” (Gênesis 9:6).
• Essa autoridade – de derramar o sangue de um homicida – nunca foi revogada. No Novo Testamento encontramos o Senhor apontando as conseqüências normais do ato de um homicida, “Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.” (Mateus 26:52).
• E o apóstolo Paulo, falando da prerrogativa da autoridade humana instituída por Deus, deixa claro a extensão do poder da autoridade: “Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal” (Romanos 13:4). É importante lembrar que uma espada trazida pela autoridade à qual ele se refere aqui não é um enfeite, mas serve para matar.
• A ordem de Deus dada ao homem, de condenar à morte o homicida, nunca foi revogada. A idéia de que no Brasil ou em outros países não exista pena de morte é falsa, pois a autoridade continua carregando a espada (a arma) e a utiliza quando necessário, ou seja, aplica a pena de morte. É o caso de um policial que se vê obrigado a eliminar um bandido que está causando perigo à população.
• À medida que os homens vão diluindo a autoridade divina e o próprio conceito de autoridade humana, toda a sociedade vira um caos como o que encontramos em situações de anarquia ou de frouxidão dos poderes instituídos. Com a autoridade do governo, da polícia, dos pais e professores diluídas por discursos que nada mais são do que uma clara rebelião à autoridade maior, de Deus, ainda que envoltos em “aparência de piedade”, nada mais resta senão ver claramente que não falta muito para as “estrelas” caírem do céu, como preconiza o livro de Apocalipse.
• Nesse tempo ainda futuro, aquele que deseja ser, só ele, a autoridade máxima, cuidará para que de uma vez por todas as “estrelas” do céu sejam destituídas de seus lugares altos, para que ele assuma o posto de comandante supremo.
“E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra” (Apocalipse 12:3-4).
• Se você considerar que a Bíblia responde às questões que a própria Bíblia levanta, irá se lembrar que “estrelas”, juntamente com o Sol e a Lua, são apresentadas pela primeira vez em Gênesis no papel de governantes do dia e da noite:
“E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.” (Gênesis 1:14-18).
• Irá se lembrar também que Satanás foi o primeiro a contestar a autoridade de Deus no jardim do Éden: “Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” Gênesis 3:1
• O que falta? irmos do primeiro livro, Gênesis, ao último livro da Bíblia, Apocalipse, para descobrirmos quem é essa serpente ou o dragão do versículo que citei, que não apenas contesta a autoridade de Deus, mas enfraquece e destitui as autoridades humanas, simbolizadas pelas estrelas, varrendo-as de sua posição de governo:
“… o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás” (Apocalipse 20:2).
Fonte: Mário Persona.

O Casamento Válido aos Olhos de Deus é o Casamento Civil:

Na Bíblia existe o Casamento Civil?
• Sim, na Bíblia encontramos o casamento civil e é ele, acompanhado da união que é feita por Deus segundo o propósito de um homem e uma mulher de se unirem, que determina quando duas pessoas mudam seus status de solteiras para casadas. Apesar de a legislação brasileira prever hoje a chamada “união estável” como suficiente para a formação de uma célula familiar, essa união não é a mesma coisa de um matrimônio civil, e é fácil de perceber as razões.
• A união estável não altera o estado civil das pessoas, portanto elas continuam identificadas como solteiras. Já o casamento civil dá aos cônjuges o status de casado. Assim se você se acostumou a dizer aos outros que é casado por viver em uma união estável, sinto informar que sua afirmação falta com a verdade. Você é solteiro. Na união estável o homem e a mulher não são legalmente considerados cônjuges, mas companheiros.
• Por esta razão um cristão que deseje andar em obediência à Palavra de Deus não poderá alegar estar casado — e a Bíblia contempla o casamento — a menos que providencie seu matrimônio civil. O casamento é um ato formal e solene e exige um processo de habilitação e celebração feita por um juiz de paz ou de direito. Ao dar entrada com a documentação, o cartório publica um edital para descobrir se não existe algum impedimento à união do casal. Isso já não acontece na união estável, e até mesmo existe jurisprudência em que pessoas apenas separadas e nem ainda oficialmente divorciadas podem obter a união estável dependendo da interpretação do cartório. Em países ou tribos onde existam outras formalidades para serem considerados casados naquela sociedade e diante de suas respectivas autoridades, caberá aos cristãos seguirem essas formalidades.
• Do ponto de vista divino, naquilo que a tradição se acostumou a chamar de “casamento religioso” a verdade é que ninguém tem o poder de unir um casal em matrimônio perante Deus. Isso não impede que um casal cristão que tenha se unido no matrimônio civil diante de um juiz de paz promova também uma festa convidando um irmão para dirigir uma palavra aos ouvintes ou mesmo fazer uma oração pelos noivos. Mas ele nunca os declarará marido e mulher perante Deus. Isto é um costume estranho à Palavra de Deus e foi aceito pelo protestantismo juntamente com outras coisas que trouxeram do catolicismo romano.
• O casamento civil, por sua vez, é um contrato lavrado na presença de testemunhas e com a autoridade delegada pelo estado ao juiz de paz, que declara: “De acordo com a vontade de ambos, que acabais de pronunciar perante mim, de vos receberdes por marido e mulher, eu, em nome da lei, vos declaro casados”. Isso muda dependendo do país ou da época, mas temos sim exemplos de contratos firmados na Bíblia para a união civil, bem como envolvendo questões relacionadas à herança de linhagem (antigamente não existiam sobrenomes) e bens. Um casamento bem completo é o matrimônio civil de Boaz e Rute, celebrado “à porta da cidade” que era o equivalente ao cartório da época, e na presença das autoridades (juízes) e testemunhas:
“Então Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois hoje testemunhas de que tomei tudo quanto foi de Elimeleque, e de Quiliom, e de Malom, da mão de Noemi, e de que também tomo por mulher a Rute, a moabita, que foi mulher de Malom, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herança, para que o nome do falecido não seja desarraigado dentre seus irmãos e da porta do seu lugar; disto sois hoje testemunhas. E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas; o Senhor faça a esta mulher, que entra na tua casa, como a Raquel e como a Lia, que ambas edificaram a casa de Israel; e porta-te valorosamente em Efrata, e faze-te nome afamado em Belém. E seja a tua casa como a casa de Perez (que Tamar deu à luz a Judá), pela descendência que o Senhor te der desta moça. Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o Senhor lhe fez conceber, e deu à luz um filho.” (Rt 4:9-13).
• Aos olhos de Deus o casal será considerado neste novo status de casados quando cumprir com as obrigações legais das autoridades de seu país. Enquanto isso não acontece eles são solteiros. A Palavra de Deus mostra que o cristão deve viver em obediência às autoridades instituídas por Deus no governo do mundo:
“Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela. Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal. Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência. Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a isto mesmo. Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” (Rm 13:1-7).
• Então o que é um casal em união estável? Não é um casal aos olhos de Deus, pois nem sequer a lei de nosso país lhes atribui o status de casados ou cônjuges. Perante a lei brasileira eles são considerados companheiros solteiros. Talvez você alegue que isso seja diferente de uma condição de fornicação entre dois solteiros que praticam sexo casual, mas eu pergunto: Quando foi que a relação casual se transformou numa união formal? Se a Bíblia mostra que contratos devem ter ao menos duas testemunhas, quando foi que isso aconteceu de forma oficial e solene diante de duas testemunhas? “Por boca de duas ou três testemunhas será confirmada toda a palavra.” (2 Co 13:1). As “bodas de Caná” são um exemplo de uma união formal reconhecida até por Jesus, que inclusive fez ali seu primeiro milagre (João 2).
• Alguns alegam que seria o ato sexual o que definiria se duas pessoas são ou não casadas, mas não é assim na Bíblia. Quando Deus uniu Adão e Eva formando um casal, isso foi feito sem um ato sexual. Esse ato viria depois como um selo daquele contrato, mas não como o fator determinante. Mesmo porque existem muitos casais que se unem em matrimônio e por questões diversas não podem consumar um ato sexual, e nem por isso são considerados menos casados. Além disso, aprendemos da Palavra de Deus que o sexo fora do casamento é considerado uma união espúria: “Por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido… Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo” (1 Co 7:2; 6:18). Se o casamento se iniciasse no ato sexual então Deus não iria considerar imoral a união sexual de dois solteiros.
• Cabe aqui acrescentar algumas passagens mostrando a importância que Deus dá ao casamento, inclusive fazendo dele um tipo da esperada união a ser celebrada nas bodas do Cordeiro, quando Cristo receberá a Igreja ataviada como esposa. Talvez seja por isso que Jesus, dirigindo-se a Maria nas bodas de Caná, disse: “Ainda não é chegada a minha hora” (Jo 2:4). Matrimônio não é algo que ocorre pela repetição de um costume de dois dormirem juntos, mas tem uma hora determinada para começar. A de Cristo ainda estar por vir, e quando acontecer será motivo de júbilo: “Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou.” (Ap 19:7).
“E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gn 2:22-24).
“Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos. Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos. Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne. Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja. Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.” (Ef 5:22-33).
“Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mc 10:6-9).

• Isto é o que determina a Palavra de Deus: o matrimônio é formado por um macho e uma fêmea, é feito de maneira solene e diante de uma autoridade e com testemunhas, na parte que tange aos homens, e naquilo que diz respeito a Deus é ele quem une, e não um padre, sacerdote ou pastor. Mas vejo que alguns têm dificuldade em entender isso por não entenderem que em nenhum lugar da doutrina dos apóstolos existe a figura do sacerdote ou pastor como um líder de uma congregação e das reuniões dos cristãos. Nenhum padre ou pastor tem autoridade para lavrar o matrimônio, quem tem autoridade é o juiz de paz. Dependendo da legislação do país qualquer cidadão pode obter uma autorização com poderes de autoridade civil para fazer isso.
• Aí você talvez pergunte: “Então onde entra o pastor ou padre na celebração do casamento?” A resposta é que não existe “pastor” na doutrina dos apóstolos neste sentido de um homem à frente de uma congregação. Pastor é um dos dons, como evangelista e mestre, dados à igreja como um todo e não a uma congregação em particular. Sugiro ler “A Ordem de Deus”. A figura do “pastor” das denominações protestantes foi emprestada do “sacerdote” judeu e católico, mas não existe na doutrina ensinada pelos apóstolos. Tente encontra o “pastor” na descrição de uma reunião da igreja em 1 Coríntios 14 a partir do versículo 26 quando diz: “Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis…” Você não achará um homem à frente da congregação dirigindo essa reunião.
Fonte: www.respondi.com.br/
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Falar em Línguas Estranhas ou Estrangeiras é Manifestação Divina?
Condições Para Falar em Línguas EstranhasPor Que Não Falo em Línguas Estranhas?Paulo Incentiva a Falar em Línguas Estranhas?

A Palavra de Deus, escrita pela inspiração do Espírito Santo, apresenta pelo menos cinco condições para se falar em línguas estranhas, ou estrangeiras, que é a tradução mais correta por se tratar de idiomas. Se forem atendidas menos do que as cinco condições, não poderei crer que se trate de uma manifestação do Espírito Santo, pois se Ele Se manifestasse de uma maneira diferente daquela que ordenou, já não poderíamos mais confiar na Palavra escrita.
Você poderá verificar se as cinco condições estão sendo atendidas, fazendo as seguintes perguntas:
1. A reunião, onde são manifestadas as línguas, é de portas abertas a todos ou só aos crentes?
“De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis” (1 Coríntios 14.22).
2. São no máximo três pessoas que falam em línguas estranhas ou são muitas?
“E se alguém falar em língua estranha, faça‑se isso por dois, ou quando muito três” (1 Coríntios 14.27).
3. Falam um de cada vez ou todos juntos?
“E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso por dois, ou quando muito três, e por sua vez… (1 Coríntios 14.27).
4. Existe interpretação de todos os que falam em línguas? Se não houver interpretação, a igreja não será edificada em nada, e a fala seria vã.
…e haja intérprete. Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus (1 Coríntios 14:27,28).
5. As mulheres também falam?
As mulheres estejam caladas nas igrejas; porque lhes não é permitido falar” (1 Coríntios 14.34).
Pode‑se acrescentar ainda a pergunta:
Existem judeus presentes? Pois Deus não enviou os sinais para convencer os gentios, mas sim os judeus:
porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria” (1 Coríntios 1.22);
As línguas era um sinal prometido aos judeus:
Está escrito na lei: Por gente de outras línguas, e por outros lábios, falarei a este povo; e ainda assim me não ouvirão, diz o Senhor (1 Coríntios 14:21)
Fonte: Mário Persona.

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