Heresias

Preâmbulo:
Este Post aponta conteúdos e comportamentos Fora da Palavra de Deus absorvidos pelo Cristianismo. Entenda-se por “Cristianismo” como sendo o Ministério do Filho de Deus (O Cristo), no sentido de restaurar o homem desde o Éden, com Adão e Eva logo após sua queda e até os nossos dias. Entenda-se por “Palavra de Deus” como sendo toda a “Escritura-Sagrada” desde o Éden e não somente desde Moisés; e isso inclui o Cânon-Bíblico assim como todas as demais Escrituras-Sagradas das quais, entre elas, o Cânon-Bíblico se originou. Como exemplos de Escritura-Sagrada, e que não estão no Cânon-Bíblico mas que fazem parte, poderíamos citar o Livros de Enoque e o Livro de Melquisedeque, já que boa parte dos demais Escritos-Canônicos e Profecias se originaram deles, e foram citados tanto pelos Profetas do Antigo Testamento quanto pelos Apóstolos de Cristo. Paulo cita amplamente Melquisedeque na Epístola aos Hebreus, e a Epístola de Judas cita Enoque. Quando digo “Livro” deste ou daquele Profeta, refiro-me aos ensinamentos dele, e não a um livro físico especificamente.

As Escrituras de Deus estão encerradas com Ponto-Final:

A heresia mais comum nos nossos dias é a adição de palavras colocadas na boca de Deus; adição esta que é maldita, segundo as próprias Escrituras (Gálatas 1:8-9). Com a morte do último Apóstolo a Palavra de Deus, incluindo as Profecias, foi terminantemente encerrada. As atuais profecias referem-se a Proferir o que já está escrito, e não, a revelar coisas novas, “fresquinhas”, como se a missão de Cristo não estivesse completa e necessitasse de novos profetas para acabá-la.
Contrário ao que muitos pensam, as Profecias não terminaram em João Batista, mas, em João (Apóstolo) na Ilha de Patmos. Em João Batista encerraram-se as Profecias e Lei Mosaica (Lucas 16:16).
Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, (2 Pedro 3:2-3).
O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas; (Efésios 3:5).
Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas; porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela. (Apocalipse 18:20).
Obs.: “ela”, refere-se à Rainha dos Céus, Satanás, figuradamente “Babilônia”, Mãe das Prostituições e Abominações da Terra desde o Éden, e não desde Roma ou desde Israel, como proferem alguns.

A Heresia da Proibição:
A Igreja de Deus não pode ler outros Escritos, senão seu próprio Cânon?
O Religiosismo e Domínio-Religioso por parte dos Líderes-Religiosos tem impedido os membros de suas igrejas, ler as diversas Escrituras-Sagradas, sob pena de exclusão, excomunhão, ou em alguns casos até mesmo à perseguição e morte. Este tipo de Fanatismo-Religioso, outrora praticado pelo Catolicismo-Romano, e em sequência pelos Muçulmanos e inúmeras outras Religiões, atualmente está em plena ascensão e rigoroso vigor no meio Evangélico. É como diz o ditado popular: “O feitiço virou contra o feiticeiro”.
São os Crentes que, como Avestruzes, entendem que ocultando suas cabeças na terra pra não ver o perigo, escaparão dos seus Predadores. E diga-se de passagem que estes tais, que mais inibem tais práticas, são justamente os mestres das Escrituras, e que mais deveriam escancarar os referidos escritos, pra que as Heresias tivessem suas supostas “Verdades” Reveladas, e se cumprisse o que Cristo disse: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32).
Ora, a Verdade somente se torna autêntica quando a Mentira também é revelada; do contrário não existe Verdade nem Mentira, mas sim, apenas uma Lei. Mas, já estamos livres da Lei, pois Aquele (Cristo) que consumou toda a Lei em si, nos libertou dela de uma vez por todas. Assim, pois, a palavra do SENHOR lhes será preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali; para que vão, e caiam para trás, e se quebrantem, se enlacem, e sejam presos. (Isaías 28:13). Se seu orientador espiritual te aliena com preceitos ou regras, afaste-se do tal, pois a maldição sob sua mão supera as bênçãos. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito (convertido); e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós. (Mateus 23:15).
Por que os Líderes-Religiosos fazem tanta questão de ocultar os livros Não-Canônicos ou de outras religiões?
A resposta é muito simples: Agindo assim estes líderes conseguem criar Pseudo-Mentiras como se fossem as Verdadeiras Mentiras Escriturais, e deste modo ao confrontar com as Escrituras-Canônicas, eles (os líderes) colocam Rédeas em seus rebanhos dirigindo-os ao entendimento que satisfaçam aos seus interesses pessoais. Cristo disse que tudo deve ser provado na luz pois a Mentira só prosperará nas trevas: Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. (João 3:20).
Vamos aos Fatos: Moisés escreveu Gênesis, e se alguém perguntasse: “Cadê a prova de que dizes a Verdade?”.
Então Moisés responderia: “Deus falou comigo e me disse que é assim como eu escrevi”.
Se alguém hoje viesse com esse argumento você aceitaria? Se hoje não aceitamos, naquele tempo também não.
O homem sempre teve Provas Documentais (Oral ou Escrita) da parte de Deus e que eram repassadas de geração em geração. A Palavra de Deus é desde o Éden até os nossos dias. O Livro de Enoque e o Livro de Melquisedeque são exemplos disso. Através dos Escrito Sagrados da antiguidade os Profetas respaldavam suas Profecias.

Os Braços ou Início de uma Religião:
Catolicismo Romano
O Que São os Testemunhas de Jeová?
Histórico dos Testemunhas de Jeová

Os Apóstolos Já disseram Toda a Verdade
O Novo Testamento encerrou-se com a morte do último Apóstolo. Não há mais nada a ser revelado ou criado.
Cabe aos que se tornam discípulos do Senhor Jesus proferir tudo quanto o Espírito Santo já revelou aos Apóstolos no tempo da Igreja Universal Apostólica.
Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, (2 Pe 3:2-3).
O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas; (Ef 3:5).

Os títulos (nomes) dados às Denominações (Igreja-Fulano, Igreja-Cricrano, etc.) e Pessoas (Pastor, Padre, Profeta, Trombeta, etc.) são heresias, pois os dons recebidos não devem ser rotulados, mas apenas utilizados para proferir o Evangelho.

Com pouquíssimas variantes, quase sempre uma nova religião ou a divisão de uma já existente inicia-se com um Suposto Profeta que se diz Iluminado e anunciando um conjunto de Revelações Celestiais, preestabelece uma série de Regras Religiosas que seus adeptos devem seguir cegamente sob pena de recair em desgraça.
• Como exemplo podemos citar o caso de Constantino, Imperador Romano que na véspera de um grande combate militar viu o sinal de uma cruz no céu, e após desenhar o referido sinal nos escudos dos soldados partiu pra batalha e saiu vitorioso; com isso se consolidou o Catolicismo-Romano que mais tarde viria a se tornar uma das Religiões mais prepotentes, corrompidas e heréticas do mundo. O Papado Romano, apesar de simular arrependimento por práticas perversas, jamais retrocedeu em nem uma sequer de suas heresias e abominações.
• Outro exemplo relevante foi o de Charles Taze Russell, fundador da “Torre de Vigia”, que após ter assistido a um pregador Adventista, Sr. Jonas Wendell, declarou que sua fé fora reavivada para a Verdade do Reino de Deus; Russell, após unir-se a um vidente que revelara a data para o fim do mundo (1914), iniciou uma difícil trajetória que culminaria com a fundação da Igreja que hoje é conhecida como “Testemunhas de Jeová”; uma ceita demoníaca que não só nega a divindade de Cristo mas, prega que os salvos não terão acesso a Ele.
• Poderíamos citar inúmeras outras linhas religiosas do cristianismo que surgiram ou se promoveram motivadas por líderes fanáticos como: Ellen Gold White, William Marrion Branham, Sun Myung Moon, etc.
Praticamente todas as Igrejas Pentecostais surgiram após adventos de revelações proféticas seguidas de supostos milagres ou visões espetaculares. A verdade é que em meio a todo esse “balaio de gatos”, embora a intenção de seus fundadores fosse boa, as denominações se corrompem e a vertente Financeira ganha o objetivo principal. Não por mero acaso Cristo disse: Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. (Mateus 6:24).

A Heresia do “Turismo Celestial”:

Muitas são as estórias em Livros e Vídeos sobre a experiência de pessoas que morreram momentaneamente e voltaram à vida depois de visitarem o Céu ou o Inferno. Depois transformam estas aventuras em obras escriturais ou produções cinematográficas que trazem um retorno financeiro fabuloso ou, quando menos, contraem fama ao suposto abençoado. A verdade é que estes contos não passam de Manifestações Mediúnicas do Espiritismo, ou Mentiras de Falsos Profetas. Os Apóstolos apresentaram Testemunhos legítimos de suas comunicações com os Céus: Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas (2 Coríntios 12:12). Hoje, o que se vê é uma corja de Falsos Profetas tentando adicionar palavras a uma Escritura que não mais poderá ser acrescentada nem diminuída em sequer uma vírgula. Nas Sagradas Escrituras estão todas as Revelações de que necessitamos, sendo uma obra que Deus encerrou com Ponto-Final: Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador (2 Pedro 3:2). Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; (2 Timóteo 4:3).

A Heresia do “Eu Sou o Único Profeta Verdadeiro”:

Muitos são os que recebem dons espirituais mas, muitos também são os que se deixam corromper pela vaidade dos dons recebidos e buscam glórias para si esquecendo-se que quem faz a obra é o Espírito Santo e não “esse” ou “aquele”, e que na Nova-Aliança, diferentemente dos tempos antigos, Deus não mais levanta “Um Profeta Específico” para realizar coisa alguma, já que a Obra de Cristo foi completada no primeiro século durante o período da Igreja Universal Apostólica. Primeiramente a obra foi feita pelos Profetas e finalmente pelos Apóstolos. Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador. (2 Pedro 3:2). Aqui, em sua Palavra, Deus está nos dizendo que não há mais nada a ser feito; a obra está completa. Somos todos meros espectadores com dons espirituais dirigidos e usados pelo Espírito Santo e, portanto, aquele que coloca o pronome pessoal “EU” naquilo que diz da parte de Deus, mesmo que tenha recebido dons específicos, é um Falso-Profeta e, a estes, no Juízo, Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. (Mateus 7:22-23). Temos visto em todos os segmentos do Cristianismo homens se auto-proclamarem profetas levantados para arrebanhar pessoas e prepará-las ao arrebatamento, e que, quem não o der ouvidos será deixado para trás na Grande Tribulação. Estes, não raros, após as desilusões de suas profecias não cumpridas, promovem o suicídio coletivo ou se voltam contra as próprias Escrituras Sagradas, e transformam-se em Anti-Cristos. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. (Mateus 7:15-18).
Os frutos: Esse tal profeta te abençoa ou amaldiçoa? Te convence ou impõe condições? Suas palavras são benévolas ou torpes? É arrogante ou brando?… “Examinai tudo. Retende o bem (1 Tessalonicenses 5:21)”.
Um ponto comum em todos os falsos profetas é afirmarem que só a eles foi entregue o segredo do livramento; mas, Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor! (Jeremias 17:5). Por isso, de todo o Israel que saiu do Egito somente Josué e Calebe entraram na Terra Prometida; isso porque estes dois sempre confiaram no Senhor e não no homem, enquanto os demais confiavam no profeta que os conduzia e apartando-se consequentemente de Deus, pereceram no deserto.

A Heresia mais Antiga da Humanidade, a Idolatria (Cruz, Rosário, Adorno, Totem, Astros):
O Ídolo Cruz (Totem).Os Ídolos Sol, Lua, Estrelas.

No Éden, ainda em estado de plena santidade, Adão e Eva idolatraram a mãe do Filho de Deus e isso lhes foi imputado para condenação eterna do homem: Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás (Gênesis 2:17).
Até os nossos dias, mesmo entre os religiosos mais fervorosos e obedientes, a praga da idolatria permanece cada vez mais emergente: Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás (receberás adoração do homem que foi feito do pó) todos os dias da tua vida (Gênesis 3:14).
Sob os mais diversos argumentos, religiosos de todos os tempos tem adorado essa deusa (Satanás) que, com justo motivo, acusa o homem de dia e de noite: E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite (Apocalipse 12:10)..
Em todos os segmentos do Cristianismo a prática da idolatria é latente. Sem perceber, os cristãos de todas as linhas religiosas, adoram seus acusadores, Satanás e seus demônios, sob as mais diversas formas; a mais comum é através de um Totem cujo Ícone é uma Cruz. Ora, muitos alegam que rejeitar o Símbolo da Cruz é rejeitar ao próprio Cristo, mas isso é uma chantagem psicológica muito bem arquitetada por Satanás. A Palavra de Deus diz: Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; (Mateus 16:24). O real significado disso é: Quem quiser seguir a Cristo, renuncie o Velho-Homem (morrer na carne), e torne-se um Novo-Homem (renascer no espírito), e não, aderir a um Ícone Material na forma do que quer que seja. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído (Gálatas 5:4). Mas, o religiosismo tenta a todo custo resgatar os costumes e práticas moisaicas, coisa que Cristo consumou na cruz e com a cruz de uma vez e para sempre. Quem ainda tentar se justificar pelas práticas e costumes, semelhança da lei, por ela (Lei) será julgado; E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé (Gálatas 3:11). Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna (Gálatas 6:8). Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis (Romanos 8:13). O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito (João 3:6). O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida (João 6:63). Obs.: Quando Cristo ressuscitou não trouxe nenhuma cruz consigo; os Apóstolos não adotaram nem ensinaram a carregar nenhuma cruz mas, somente deixaram a Mensagem da Cruz.

A Mulher Montada na Besta:

O propósito deste parágrafo é refutar o infame documento assinado em 29/3/1994 entre a Igreja Católica Romana e grandes evangelistas norte-americanos, intitulado, “Evangelicals and Catholics Together: The Christian Mission in the Third Millennium” (Evangélicos e Católicos Juntos: A Missão Cristã do Terceiro Milênio).
Todos os detalhes estão armados para todas as religiões do mundo se unirem atrás de Roma na formação da Religião da Nova Ordem Mundial. Esse acordo entre evangélicos e o Vaticano pavimentou a estrada para a religião global do Falso Profeta, o papa. Ao assinar o acordo, esses líderes evangélicos traíram os mais de oito milhões de mártires protestantes que foram executados entre 155-1850. Quase um bilhão de católicos romanos agora creem que o catolicismo romano sempre esteve certo, e provavelmente acreditarão que Roma estava correta ao promover a Inquisição. Dave Hunt mostra em detalhes, como o Mistério da Babilônia de Apocalipse 13 e 17, envolve diretamente a Igreja Católica Romana. Agora, não pode haver mais dúvidas pois cumpre todos os detalhes proféticos sobre o Mistério da Babilônia do Apocalipse, também conhecida como a Grande Meretriz, personificada na Madona do Catolicismo Romano, e que se assenta sobre as muitas águas (povos, multidões, línguas, e nações do mundo), incluindo o protestantismo apostatado. Outros eruditos, como o Reverendo Alexander Hislop, de “The Two Babylons”, concordam que as crenças e o paganismo da Igreja Católica Romana, mais todo o sangue dos mártires que foi derramado, cumprem a profecia bíblica referente ao Mistério da Babilônia do Apocalipse.

A Heresia da Transubstanciação Católica, e Similaridades de Algumas Protestantes:
Linguagem FiguradaA Ceia do Senhor

“Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim’. Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês’.” (Lucas 22:19-20).
Não existe fundamento para a ideia de que a ceia seja a repetição do sacrifício de Cristo, e que ali pão e vinho sejam transformados literalmente em carne e sangue. Primeiro, porque ao dizer “Isto é o meu corpo”, Jesus ainda não tinha morrido. O seu corpo estava bem ali e o sangue ainda corria em suas veias. Segundo, porque seu sacrifício não poderia se repetir jamais: “Fomos santificados, por meio do sacrifício do corpo de Jesus Cristo, oferecido uma vez por todas.” (Hebreus 10:10). Se o pão não era literalmente o corpo de Cristo, o que seria então?
Um retrato. Você já viu alguém apontar para uma foto e dizer: “Aquele ali sou eu”? Quando Jesus disse “Eu sou o pão que desceu do céu” (João 6:41) você entendeu que ele se referia à figura do maná no deserto. Quando disse “Eu sou a luz do mundo” (João 8:12) você não achou que ele brilhasse no escuro, e quando falou “Eu sou a porta” (João 10:9) nem precisou explicar que a linguagem era figurada. Ao dizer “Eu sou a videira; vocês são os ramos” (João 15:5) os discípulos não procuraram por folhas uns nos outros.
Considerar a Ceia uma transubstanciação do trigo em carne e do extrato de uvas em sangue é uma desonra para Cristo; é tentar fazer sua carne e sangue voltarem à condição de antes da ressurreição e glorificação. “Se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo” (2 Coríntios 5:16). Então como ele está agora? “Vemos, todavia, aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e glória.” (Hebreus 2:9). Longe de nós achar que seu corpo possa retroceder à condição de fraqueza e humilhação de seus dias aqui.
Como o erro não caminha sozinho, a ideia de se beber vinho acreditando ser sangue esbarra na proibição de Levítico 17 e também na decisão dos apóstolos em Atos 15:20 acerca dos gentios que se convertiam: “Devemos escrever a eles, dizendo-lhes que se abstenham… do sangue”. E mais: nos lugares onde se crê na transubstanciação, nem mesmo uma ordem simples de Jesus é obedecida, pois apenas o autodenominado ‘sacerdote’ bebe do cálice. No entanto Jesus ordenou: “Bebei dele todos” (Mateus 26:27).
Fonte: Mário Persona

A Heresia da Doutrina do Purgatório:

O purgatório, segundo a doutrina da Igreja Católica Romana, é o estado no qual os fiéis são purificados depois da morte, antes de entrar no céu. Desde que a nossa preocupação é com a doutrina bíblica, observamos que a palavra “purgatório” não se encontra nas Escrituras. De onde vem, então, essa doutrina? Segundo o Catecismo Católico de John A. Hardon, S. J., a declaração formal da doutrina de purgatório foi feita em 1274, mais de 12 séculos depois da morte de Jesus! Uma vez que a doutrina se tornou oficial, foi necessário procurar algum apoio teológico. Hardon cita três trechos bíblicos para defender a ideia de purgatório. Vamos examinar cada citação:
• II Macabeus 12:41-45. Esse trecho descreve os atos de Judas Macabeus depois de uma batalha contra Górgias. Judas e seus homens oraram pelo pecado dos mortos e mandaram que fosse oferecido um sacrifício por eles em Jerusalém. Há dois problemas com o uso desse trecho:
(a) II Macabeus é um dos livros contidos na Bíblia Católica mas rejeitados na maioria de outras bíblias.
(b) O pecado citado no trecho (veja II Macabeus 12:40) foi idolatria, considerado o motivo da morte deles.
Para usar este trecho para apoiar a doutrina de purgatório seria necessário afirmar que esses homens que alegadamente morreram por causa da idolatria não morreram na prática de pecado mortal, pois a Igreja Católica ensina que tais pessoas não teriam acesso ao purgatório.
• Mateus 12:32 diz que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada, nem neste mundo, nem no mundo que há de vir. Hardon conclui, sem prova nenhuma, que esse versículo sugere que outros pecados serão perdoados após a morte.
• 1 Coríntios 3:13,15 fala de julgamento através de fogo. O fogo serve para provar o valor das obras de cada um. O trecho nada diz sobre um lugar de purificação após a morte.

A Bíblia claramente afirma que o julgamento vem depois da morte (Hebreus 9:27), no qual seremos julgados pelos atos feitos por meio do corpo (2 Coríntios 5:10). Jesus ensinou que é impossível ao ímpio escapar dos tormentos para entrar no conforto dos fiéis (Lucas 16:25-26).
Devemos nos preparar para o julgamento agora, pois a Bíblia não fala de segundas chances após a morte.
Fonte: Dennis Allan

Homossexualidade Generalizada, a Abominação que Precede a Ira de Deus sobre a Terra:
Quais foram os pecados de Sodoma e Gomorra?Irei para o inferno por ser homossexual?

E antes que se deitassem, cercaram a casa, os homens daquela cidade, os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros. E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos. Então saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, E disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal; Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado (Gênesis 19:4-8).
A legalização estatal do casamento gay alastrando-se mundialmente, e a global aceitação individual da união entre pessoas do mesmo sexo, são indicadores incontestáveis de que estamos no tempo de uma nova intervenção divina; desta vez o tempo do fim. Como se não bastasse o âmbito secular aderir de bom grado a este comportamento outrora repugnante, os sistemas religiosos em igual ressonância, passo a passo e com indiferença, declinam-se e incluem em suas doutrinas o sórdido espírito de naturalidade sobre tamanha abominação. A Palavra de Deus agora é submetida a enquetes de homens religiosos e, como que utilizando-se da autoridade de Deus, revogam as Escrituras Sagradas e colocam a voz do povo como se fosse a Voz de Deus.
Mas quero lembrar-vos, como a quem já uma vez soube isto, que, havendo o Senhor salvo um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu depois os que não creram; E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno (Judas 1:5-7).
A rejeição e desobediência à Palavra de Deus tem imposto ao homem o peso de suas próprias concupiscências que manifestando-se sob a forma de doenças, o conduz à antecipar a morte da carne, além da já falecida alma:
Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. (Romanos 1:21-27).

Uma Terrível Heresia, Estudar as Escrituras Para Contestá-las:
Deus precisa descansar?

Deixe-me ver se entendi: você contou a um amigo que decidiu abandonar os sistemas religiosos para congregar somente ao nome do Senhor, mas aí o cara quis mostrar que você não sabe de nada porque não fez teologia como ele fez. Então, para demonstrar que ele é superior a você em conhecimento bíblico (por causa do curso de teologia que fez), apresentou uma questão para a qual ele diz não existir resposta na Bíblia.
A questão de seu amigo teólogo de salto alto era esta: “Se a Bíblia é infalível e Deus realmente existe da forma como o conhecemos sendo o Todo Poderoso e Criador dos Céus e da Terra, porque ela diz que Deus criou tudo em 6 dias e ‘descansou’ no 7º dia? Se Deus é Deus como ele precisou de descanso? E por que Ele demorou 6 dias, não poderia ter feito tudo ‘num piscar de olhos’?”.
Eu não perderia meu tempo com um sujeito assim, porque é claramente um inimigo da cruz de Cristo, um ímpio. E quem diz isso não sou eu, mas ele próprio ao colocar dúvidas sobre a natureza de Deus e sua Palavra. O primeiro a fazer isso foi o diabo no jardim do Éden e de lá para cá esse trabalho tem sido feito por religiosos de carteirinha.
Devemos nos lembrar de que Deus tem uma vontade, a qual é sempre perfeita e jamais devemos contestar. Podemos não compreender sua vontade, mas de maneira nenhuma colocá-la em dúvida. Sempre que penso na possibilidade de duvidar de Deus o versículo que me vem à mente é: “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas?” (Romanos 9:20). Uma boa ideia também é ler os três últimos capítulos de Jó, quando Deus o interpela para mostrar a loucura que é questionar os desígnios de Deus: “Quem é este que escurece o conselho com palavras sem conhecimento?” (Jó 38:2).
Mas vou tentar responder a você, e não a ele. As respostas para ambas as perguntas são “Porque Deus quis” e “Porque Deus quis”. Muitas das questões que as pessoas enviam costumam ser mais uma dúvida de vocabulário do que de doutrina bíblica. O verbo “descansar” não é usado apenas no sentido de alguém parar de fazer algo por ter ficado cansado, mas pode também significar o término de uma tarefa, como no caso da Criação, uma mudança de posição (como a ordem “Descansar!” dada ao soldado) ou simplesmente o fim de um período de expectativa (“Não vou descansar enquanto meu time não ganhar”).
Costumamos também usar “descanso” como sinônimo de tranquilidade (“Crianças, parem com a agitação e me deem um pouco de descanso!”) ou até mesmo no sentido de apoio para algum objeto, como “descanso para copos” ou “descanso para ferro de passar”. Pergunte ao seu amigo se ele comprou um jogo de descanso para copos porque os copos de sua casa estavam muito cansados…
Portanto, o sentido do “shabat” ou descanso de Gênesis 2:2 é o mesmo da própria palavra hebraica que significa “parar”, “cessar”, “terminar” etc. O descanso ali significa o término da atividade. Ao invés de explicar tudo isso para seu amigo, deixe para ele o trabalho de pesquisar na Wikipedia, que explica bem o significado da palavra:
“A palavra hebraica שבת, shabāt, tem relação com o o verbo שבת, shavāt, que significa ‘cessar’, ‘parar’. Apesar de ser vista quase universalmente como ‘descanso’ ou um ‘período de descanso’, uma tradução mais literal seria ‘cessação’, com a implicação de ‘parar o trabalho’. Portanto, Shabat é o dia de cessação do trabalho; enquanto que descanso é implícito, mas não é uma denotação da palavra em si. Por exemplo, a palavra em hebraico para ‘greve’ é shevita, que vem da mesma raiz hebraica que Shabat, e tem a mesma implicação, nominalmente que trabalhadores em greve se abstêm ativamente do trabalho, ao invés de passivamente.”
Mas agora pergunto: Será possível que Deus possa se cansar? Certamente, e ele próprio diz isso em sua Palavra. Mas aí não se trata de uma fadiga por lhe faltar energia para o trabalho, mas no sentido de não mais suportar algo por causa da impiedade que representa. E sabe de que Deus mostra estar cansado? Justamente da religião do homem, com seus rituais e sacrifícios vazios. Veja o que ele diz:
“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o Senhor? Já estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; nem me agrado de sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniquidade, nem mesmo a reunião solene. As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Por isso, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.” (Isaías 1:11-15).
Porém, embora Deus não estivesse cansado do trabalho que teve em preparar a Terra para habitação do homem, hoje sabemos que ele sabe muito bem o que significa o cansaço, pois o Filho de Deus se fez Homem e experimentou aqui aquilo que todos os seres humanos experimentam, como sono, fome, sede e cansaço. Vemos Jesus cansado à beira do poço: “E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte.” (João 4:6). Será que seu amigo teólogo iria também colocar em dúvida a onipotência de Jesus pelo fato de ele apresentar-se cansado e com sede? E também existe o cansaço no sentido de alguém de quem se esvaem todas as esperanças de auxílio, como no Salmo 69:3 onde o Senhor Jesus quem profeticamente apresenta seu sofrimento: “Estou cansado de clamar; a minha garganta se secou; os meus olhos desfalecem esperando o meu Deus” (Salmo 69:3).
Se Deus “descansou” ou “cessou” sua obra de Criação em Gênesis, isso não significa que tenha “descansado” ou “cessado” outros trabalhos. O Senhor Jesus deixa claro que Deus tem trabalhado desde a queda do homem: “E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.” (João 5:17-18).
Fonte Mario Persona

Deveriam os Cristãos Guardar o Sábado Hoje em Dia?

O Que a Bíblia Diz?
No Velho Testamento, Deus ordenou aos israelitas que santificassem o dia do sábado e não trabalhassem nesse dia. Deveriam os cristãos de hoje, também, descansar; e adorar no dia do sábado? Muitos grupos religiosos (Adventistas do Sétimo Dia, por exemplo) ensinam que deveríamos. O que a Bíblia diz?
Em Êxodo 20:8-11 Deus ordenou aos judeus que guardassem o dia do sábado (veja nota 1). No Novo Testamento, vemos que as leis do Velho Testamento eram para continuar somente até a morte de Cristo (Nas passagens seguintes, a ênfase está acrescentada para esclarecer o sentido).
Efésios 2:14-15
“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derrubado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz”.
Esta passagem mostra que Cristo aboliu a “lei dos mandamentos”. Desde que a guarda do sábado era um destes mandamentos, e não foi incluída no Novo Testamento, não necessitamos guardar o sábado.
Romanos 7:4-7
“Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, e deste modo frutifiquemos para Deus. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei, operavam em nossos membros a fim de frutificarem para a morte. Agora porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra. Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.”
Esta passagem claramente diz que morremos para a lei e estamos, portanto, libertos da lei. A lei de que Paulo falava incluía os dez mandamentos, porque no versículo 7 ele citou: “Não cobiçarás” como uma das leis. (Veja Nota 2).
2 Coríntios 3:6-11
“O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. E se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito? Porque se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. Porquanto, na verdade, o que outrora foi glorificado, neste respeito já não resplandece, diante da atual sobre excelente glória. Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente”.
Aqui Paulo está comparando o ministério da morte e da condenação com o ministério do Espírito e da justiça. O ministério da morte estava desaparecendo, mas o ministério do Espírito estava continuando. Mas qual era o ministério da morte e da condenação que estava desaparecendo? Era o ministério gravado com letras nas pedras. Se cremos no Novo Testamento, temos que acreditar que a revelação escrita nas pedras, no Velho Testamento (os dez mandamentos), já morreu. Esta passagem afirma isso claramente.
Gálatas 3:15 e 5:4
Gálatas 3:19­ Qual, pois, a razão de ser da lei? Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio de anjos, pela mão de um mediador.
Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio.
Gálatas 3:24-25­ De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.
A lei foi nosso instrutor, para levar-nos a Cristo, mas agora que Cristo veio, já não permanecemos subordinados ao instrutor.
Gálatas 4:1-5­ Digo, pois, que durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo. Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai. Assim também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo; vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.
A lei foi dada para a infância do povo de Deus. Cristo veio para nos adotar como filhos e redimir-nos da lei.
Gálatas 4:24,31­ Estas cousas são alegóricas: porque estas mulheres são duas alianças; uma, na verdade, se refere ao monte Sinai, que gera para escravidão; esta é Hagar. . . . E assim, irmãos, somos filhos não da escrava, e, sim, da livre.
Neste trecho, Paulo compara a lei dada no Sinai com Hagar (a mulher escrava), e a nova aliança com Sara (a esposa livre). Ele diz claramente que somos da mulher livre e não da mulher escrava. Portanto, estamos sob a nova aliança e não sob a aliança do Monte Sinai, que incluiu os dez mandamentos. Por favor, estude cuidadosamente este assunto, por completo.
Gálatas 5:4­ De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes.
A conseqüência da volta para a lei é que decaímos da graça.
Hebreus 7-10
Hebreus 7:12­ Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.
A lei foi mudada.
Hebreus 7:18-19­ Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nunca aperfeiçoou cousa alguma) e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus.
A antiga aliança foi revogada.
Hebreus 8:7-13­ Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer.
Temos uma nova aliança. Por que voltar para a velha?
Hebreus 9:4­ Ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso, e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança.
A aliança a que ele tem se referido inclui as tábuas da aliança: Os dez mandamentos.
Colossenses 2:16-17
Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
Talvez seja este o texto mais importante de toda esta discussão, porque ele claramente menciona o dia do sábado como parte da sombra que foi substituída por Cristo (Veja Notas 3 e 4). O sábado não é, para nós, hoje, mais parte do padrão de Deus do que a conservação do festival da lua nova. Ambos foram partes da aliança do Velho Testamento, que foi substituída pela nova aliança de Cristo. Os cristãos de hoje têm que seguir o Novo Testamento, que não ordena que qualquer dia seja completamente posto de lado como um dia de descanso, mas sim, mostra o padrão dos cristãos reunindo-se para adorar juntos nos domingos (Atos 20:7; 1 Coríntios 16:1:2), (Veja Notas 5 e 6).
Nota 1: O sábado era só para os judeus.
Muitas passagens mostram que o mandamento para guardar o sábado foi dado somente aos judeus. Por exemplo:
· Êxodo 31:12-18­ Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirás: Certamente guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque é santo para vós outros: aquele que o profanar, morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá. Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou e tomou alento. E, tendo acabado de falar com Ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.
Aqui ele afirmou que o sábado era entre Deus e os filhos de Israel.
· Deuteronômio 5:1-3 e 12­ Chamou Moisés a todo o Israel, e disse-lhe: Ouvi, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos, para que os aprendais e cuideis em os cumprirdes. O Senhor nosso Deus fez aliança conosco em Horebe. Não foi com nossos pais que fez o Senhor esta aliança, e, sim, conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos… Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o Senhor teu Deus.
A aliança que incluía o dia do sábado foi exclusivamente feita com os israelitas e com ninguém mais.
· Ezequiel 20:10-12­ Tirei-os da terra do Egito e os levei para o deserto. Dei-lhes os meus estatutos, e lhes fiz conhecer os meus juízos, os quais cumprindo-os o homem, viverá por eles. Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.
Aqueles a quem a lei do sábado foi dada foram o povo de Israel, aqueles que foram resgatados do Egito.
Às vezes, os adventistas mostram que Deus descansou no sétimo dia da criação (Gênesis 2:1-3). E daí eles deduzem que aos homens foi ordenado que guardassem o sábado desde o tempo da criação. Mas nenhuma passagem afirma isso. De fato, a primeira vez que lemos sobre homens guardando o sábado, ou um mandamento para os homens guardarem o sábado, é em Êxodo 16, depois que Moisés tinha guiado os israelitas para fora do Egito. Gênesis 2 mostra que Deus descansou no sétimo dia, mas não ordena que os homens guardem o sétimo dia. De fato, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado ­ somente os judeus ­ desde o tempo de Moisés até Cristo.
Nota 2: Há diferença entre lei moral e lei cerimonial?
O Novo Testamento mostra que os cristãos não estão mais sob a obrigação de guardar a lei do Velho Testamento. Os adventistas e outros tentam escapar do significado destes textos, inventando a diferença entre a lei moral, que eles chamam a lei de Deus, e a lei cerimonial, que eles chamam a lei de Moisés. Normalmente, eles ensinam que a lei cerimonial foi abolida por Cristo (assim não guardamos a Páscoa nem oferecemos sacrifícios de animais) mas a lei moral ainda está vigente. Esta distinção não está na Bíblia. A Bíblia usa as expressões lei do Senhor e lei de Moisés, sem fazer distinção, nos mesmos casos:
· 2 Crônicas 34:14­ Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à casa do Senhor, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés.
· Esdras 7:6­ Ele era escriba versado na lei de Moisés, dada pelo Senhor Deus de Israel; e, segundo a boa mão do Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe concedeu tudo quanto lhe pedira.
· Neemias 8:1,8,14,18­ Em chegando o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o Senhor tinha prescrito a Israel…. Leram no Livro, na lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia…. Acharam escrito na lei que o Senhor ordenara, por intermédio de Moisés, que os filhos de Israel habitassem em cabanas, durante a festa do sétimo mês…. Dia após dia leu Esdras do livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último; e celebraram a festa por sete dias; no oitavo dia houve uma assembléia solene, segundo o prescrito.
· Neemias 10:29­ Firmemente aderiram a seus irmãos, seus nobres convieram numa imprecação e num juramento, de que andariam na lei de Deus, e que foi dada por intermédio de Moisés, servo de Deus; de que guardariam e cumpririam todos os mandamentos do Senhor, nosso Deus, e os seus juízos e os seus estatutos.
Em diversas ocasiões, mandamentos cerimoniais eram chamados de lei do Senhor: Sacrifícios de animais, sacerdócio, dias de festas (2 Crônicas 31:3-4), a festa dos tabernáculos (Neemias 8:13-18), a consagração dos primogênitos e as oferendas para purificação depois do parto (Lucas 2:23-24). Em outras ocasiões, as leis morais eram ditas como vindo de Moisés. Por exemplo, o mandamento para honrar os pais (Marcos 7:10). Para simplificar, a distinção entre a lei cerimonial de Moisés e a lei de Deus é uma invenção da teologia adventista. Não é encontrada na Bíblia.
Nota 3: O dia do sábado de Colossenses 2:16 é o sábado semanal.
Algumas vezes, quando confrontados com Colossenses 2:16, que ensina que o dia do sábado foi uma parte da sombra que foi substituída por Cristo, os adventistas replicam que Colossenses 2:16 está se referindo aos sábados anuais, e não aos sábados semanais. A verdade é que o termo sábado é usado na Bíblia quase exclusivamente para os sábados semanais e é a própria palavra usada pelo Senhor quando ele deu os dez mandamentos. A única festa anual, para a qual a palavra sábado foi aplicada, é o Dia da Expiação (Levítico 16:31-32). Olhem cuidadosamente a lista dos tipos de sombra em Colossenses 2:16: comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados. Depois de mencionar comida e bebida, ele (Paulo) também menciona festas (celebrações anuais), lua nova (celebrações mensais) e sábados (celebrações semanais). [E, interessante, muitos adventistas tentam manter as mesmas regras do Velho Testamento sobre comida (estude Marcos 7:19 e Atos 10:9-16)]. Repetidamente, este agrupamento anual, mensal e semanal (às vezes diário) de festas é feito na Bíblia:
· 1 Crônicas 23:30-31­ Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor, e o louvarem; e da mesma sorte à tarde. E para cada oferecimento dos holocaustos do Senhor, nos sábados, nas luas novas, e nas festas fixas, perante o Senhor, segundo o número determinado.
· 2 Crônicas 2:4­ Eis que estou para edificar a casa ao nome do Senhor meu Deus e lha consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e lhe apresentar o pão contínuo da proposição, e os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados, nas luas novas e nas festividades do Senhor nosso Deus; o que é obrigação perpétua para Israel.
· 2 Crônicas 8:13­ E isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas luas novas e nas festas fixas, três vezes no ano: na festa dos pães asmos, na festa das semanas e na festa dos tabernáculos.
· 2 Crônicas 31:3­ A contribuição que fazia o rei da sua própria fazenda era destinada para os holocaustos, para os da manhã e os da tarde, e para os holocaustos dos sábados, das luas novas e das festas fixas, como está escrito na lei do Senhor.
· Neemias 10:33­ Para os pães da proposição, e para a contínua oferta de manjares, e para o contínuo holocausto dos sábados, das luas novas, para as festas fixas, e para as cousas sagradas, e para as ofertas pelo pecado, para fazer expiação por Israel, e para toda a obra da casa do nosso Deus.
· Ezequiel 45:17­ Estarão a cargo do príncipe os holocaustos, e as ofertas de manjares, e as libações, nas festas, nas luas novas e nos sábados, em todas as festas fixas da casa de Israel: ele mesmo proverá a oferta pelo pecado, e a oferta de manjares, e o holocausto, e os sacrifícios pacíficos, para fazer expiação pela casa de Israel.
· Oséias 2:11­ Farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, os seus sábados e todas as suas solenidades.
Paulo usa o mesmo agrupamento em Colossenses 2:16. Por que haveria alguém de torcer suas palavras para fazer com que significasse festas anuais quando ele fala de sábados?
Nota 4: O significado espiritual do sábado.
O dia do sábado era uma sombra da realidade espiritual trazida por Cristo (Colossenses 2:16-17). O sábado significa descanso e libertação do trabalho: Cristo trouxe o descanso e a libertação do pecado. Jesus é o descanso para o qual a sombra do sábado apontava (Mateus 11:28-30). Mesmo a libertação e o descanso que Jesus nos dá agora são apenas uma antecipação do descanso verdadeiro que os cristãos experimentarão no céu (Hebreus 4:9).
Nota 5: Os primeiros cristãos adoravam no domingo.
Duas passagens mostram claramente que os primeiros cristãos adoravam nos domingos:
· Atos 20:7­ No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite.
Notem que este dia era um domingo. Os adventistas argumentam que esta reunião era na noite de sábado, mas as Escrituras dizem que era no primeiro dia da semana. Notem também que o propósito da reunião deles era partir o pão. Nesse trecho, e referindo a outras passagens (Atos 2:42; 1 Coríntios 10:16; 11:18-34), está claro que isto se refere à Ceia do Senhor. Os adventistas argumentam que eles se reuniram porque Paulo partiria no dia seguinte, mas o trecho diz que eles se reuniram para partir o pão.
· 1 Coríntios 16:1-2­ Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for.
Os primeiros cristãos, aqui, contribuíam com seu dinheiro no primeiro dia da semana. Por que seria feita a coleta no domingo, se os cristãos não se reunissem nesse dia?
Nota 6: Respondendo a objeções.
· Jesus guardou o sábado. Certamente que sim. Jesus era um judeu nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e portanto obedeceu a todas as leis do Velho Testamento. Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote, pela purificação, guardou a Páscoa, etc. (Lucas 2:21; 5:12-14; Mateus 26:18-19). Mas quando Jesus morreu, ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha. Se o fato que Jesus guardou a Páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também.
· Paulo guardou o sábado. As Escrituras não ensinam isto. Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (Atos 18:4, por exemplo). O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas. Se eu tivesse permissão para ensinar lá, eu haveria de ir a assembleias adventistas todos os sábados. Mas a ida de Paulo às sinagogas, para ensinar no sábado, não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.
· Para sempre. No Velho Testamento, o sábado era por aliança perpétua nas suas gerações e entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre (Êxodo 31:16-17). Os adventistas argumentam que estes termos mostram que a guarda do sábado semanal nunca terminará (descansaremos no céu, também?). Mas o verdadeiro significado de para sempre e perpétua, neste trecho, é limitado por nas suas gerações. Estas expressões significam duração de uma era. Outros mandamentos do Velho Testamento foram para sempre: por exemplo, a Páscoa (Êxodo 12:24). Muitos mandamentos do Velho Testamento foram perpétuos: a queima do incenso (Êxodo 30:21), o sacerdócio Levítico (Êxodo 40:15), as ofertas de paz (Levítico 3:17), a parte dos sacerdotes nos sacrifícios (Levítico 6:18, 22; 7:34, 36), o sacrifício anual de animais pela expiação dos pecados (Levítico 16:29, 31,34), etc. Os adventistas, normalmente, não ensinam que sacrifícios de animais, queima de incenso ou a guarda da páscoa têm que ser continuados hoje; porque, então, deveriam eles argumentar que a guarda do sábado tem que ser continuada hoje?
· Jesus não veio para revogar a lei. Mateus 5:17-18 diz: Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar; vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra. Neste trecho, Jesus está ensinando que seu propósito não era contra a lei. Ele não veio para demolir ou destruir a lei. De fato, Ele era o cumprimento da lei. A lei predisse a vinda de Cristo e a nova aliança que ele haveria de trazer. Esta passagem não está, certamente, ensinando que cada i ou til da lei obrigaria para sempre; nem os adventistas afirmam isso. Mas em vez disso, que toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento.
· Jesus disse para orarem para que sua fuga não fosse no sábado. Mateus 24:20 diz: Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado. Nesse trecho, Jesus estava considerando a iminente destruição de Jerusalém. Ele deu aos seus discípulos o sinal pelo qual eles poderiam saber quando a hora de fugir houvesse chegado. E ele os aconselhou a orar para que sua fuga não viesse em um tempo difícil. Havia várias razões porque seria mais difícil fugir no sábado. Normalmente, os judeus trancavam as portas da cidade no sábado, e poderiam ser impedidos em sua fuga por judeus fanáticos; o sábado dificultaria a capacidade dos cristãos para comprar os mantimentos necessários para a fuga. Quando Jesus os avisou para que orassem para que a fuga não fosse num dia de sábado ou no inverno, ele não estava admitindo que os cristãos deveriam guardar o sábado, mais do que deveriam guardar o inverno.
· O papa mudou o sábado. Quando os argumentos da Bíblia lhes falham, os adventistas gostam de tentar provar que os primeiros cristãos guardavam o sábado, mas que esta guarda foi mais tarde mudada para o domingo, pela igreja católica. Mesmo descontando a evidência da Bíblia, esta afirmação pode ser desmentida historicamente. Tanto Inácio como Justino Mártir se referem aos cristãos adorando no domingo e eles escreveram no segundo século, muito antes de haver um papa ou uma igreja católica. Mas pesquisar através de documentos históricos é desnecessário. A Bíblia decide a questão e isso deveria ser suficiente para aqueles que têm fé em Deus.
Fonte: Gary Fisher
Conclusão do administrador deste Blog:
1. Que os papas introduziram heresias quando santificaram o domingo, reescrevendo sobre a Escrita de Deus, isso é indiscutível; entretanto este argumento não justifica amaldiçoar o domingo como fazem os Adventistas.
2. Reunir-se ao Nome do Senhor no domingo é tão salutar quanto reunir-se no sábado ou em qualquer outro dia da semana, desde que isso não seja uma regra de fé, mas sim, uma simples conveniência, como fizeram os Apóstolos.
3. Assumir padrões da Lei como regra de fé para salvação é rejeitar o sacrifício do Único, Cordeiro Perfeito (Cristo), que expia os pecados e continuar aguardando a vinda do Messias, como se Ele ainda não tivesse vindo, como fazem os de Israel.
4. A Igreja não é uma continuação nem substituição de Israel. O tempo de Israel está congelado até que o tempo da Igreja, que iniciou com a vinda de Cristo, termine por ocasião do arrebatamento da Igreja, quando Israel retomará seu curso, com a Grande Tribulação (mundial) e posteriormente com o sétimo milênio.
5. Paulo deixa bem claro que os sabatistas-judaizantes estão debaixo de maldição: Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las (Gálatas 3:10).