Outras Crenças

O Islamismo
Qual a Diferença entre Islamismo e Cristianismo?

Os Islamitas Vão Dominar o Mundo?

Por Que os Terroristas Islâmicos Matam?

Todo o islamismo, independente do segmento ou facção, tem o mesmo propósito, que é este: “Quem não for islamita deve ser exterminado”. Somente os grupos radicais executam as diversas modalidades de atrocidades, mas todo o islamismo tem o mesmo pensamento, desde a mais ingênua criança até o mais maduro ancião.
Aqueles islamitas que dizem estar constrangidos com estas tragédias praticadas por grupos radicais, na verdade estão de almas lavadas com todos estes acontecimentos, pois é exatamente isso que eles também desejam; e fazem isso convictos de que estão agradando a Deus; ou deusa, pois a lua (símbolo feminino) é a figura simbólica que representa sua fé. Líderes do Islã tem revelado que eles conquistarão o mundo pela barriga de suas mulheres, referindo-se ao grande número de filhos que suas mulheres geram, em contrapartida ao cada vez menor número de filhos que o resto do mundo tende a gerar.
O Islã tem Israel como seu principal inimigo, mas seu objetivo final é a conquista mundial. Israel, na verdade, representa o tropeço que impede o Islamismo de avançar em suas conquistas, pois o povo que Deus escolhera (Israel), proveniente de Isaque e seguido por Jacó, sempre bateu de frente com as nações oriundas de Ismael (filho de Hagar, escrava-egípcia de Sara) e que hoje compões as nações islâmicas. O principal profeta do Islã (Maomé) declarou ainda em vida que seu corpo não sossegaria no túmulo enquanto Israel não fosse banido da face da Terra. Várias nações da Terra, entre elas o Império Romano seguido pela Igreja Católica Romana, e depois por variantes do Protestantismo, tem tomado partido contra Israel. Os Papas do Catolicismo Romano, usando de sua autoridade e influência, em diversas etapas da história, e em conluio com ditadores de nações poderosas, planejaram e executaram a tentativa de extermínio do povo israelita. O ciume e a cobiça de se tornar o único povo escolhido de Deus, tem feito das religiões verdadeiros palanques de promoção contra Israel.
O bônus de 72 virgens numa mansão celestial, prometido pelo livro sagrado (alcorão) dos muçulmanos, para os homens que morrem como mártires em nome de Alá, tem encorajado aos membros desta aterrorizante religião às mais ousadas e atrozes manifestações. Para as mulheres também é prometido o bônus de ter direito a um homem perfeito, poder sentar-se ao lado de Maomé, e ajudar setenta familiares no dia do julgamento final.
Aqui estão algumas citações dos escritos sagrados do Islã:
• “E se deitarão sobre leitos incrustados com pedras preciosas, frente a frente, onde lhes servirão jovens de frescores imortais com taças e jarras cheias de vinho que não lhes provocará dores de cabeça nem intoxicação, e frutas de sua predileção, e carne das aves que desejarem. E deles serão as huris [virgens] de olhos escuros, castas como pérolas bem guardadas, em recompensa por tudo quanto houverem feito. (…) Sabei que criamos as huris para eles, e as fizemos virgens, companheiras amorosas para os justos.” (Alcorão, surata 56, versículos 12-40).
• “A menor recompensa para aqueles que se encontram no paraíso é um átrio com 80.000 servos e 72 esposas, sobre o qual repousa um domo decorado com pérolas, aquamarinas e rubis, tão largo quanto a distância entre Al-Jabiyyah (hoje na cidade de Damasco) e Sana’a (hoje o Iemem)” Hadith 2687 (Livro de Sunan, volume IV).
• “Cada vez que se dorme com uma huri descobre-se que ela continua virgem. Além disso o pênis dos eleitos nunca amolece. A ereção é eterna. A sensação que se sente cada vez que se faz amor é mais do que deliciosa e se você a experimentasse neste mundo você desmaiaria. Cada escolhido se casa com setenta huris, além das mulheres com que se casou na terra, e todas têm sexos apetitosos.”
• “Existe no paraíso um mercado onde não há compra ou venda, mas homens e mulheres. Quando um homem deseja uma mulher ele vai até lá e tem relações sexuais com ela.” (Al Hadith, Vol.4, p.172, Nº34).

O Cristianismo
O Cristão seguidor da Verdadeira_Palavra_de_Deus não está preocupado com o avanço ou não dessa ou daquela religião, pois o Reino dos eleitos_de_Deus é celestial e não terreno. O Cristão não está aqui na Terra com a missão de defender o Cristianismo ou se matar por uma causa_religiosa, mas apenas tem a obrigação (tem prazer) de levar as Boas_Novas (Evangelho) da salvação aos que estão ao seu alcance. A esfera que os já convertidos alcançarão através dos dons recebidos e a conversão dos eleitos que ainda irão se somar às fileiras da Igreja_de_Cristo, isso é encargo e mérito exclusivo do Espírito_Santo_de_Deus, e não das nossas obras.

O Espiritismo
O Espiritismo Acredita nas Palavras de Jesus?

Por Que Você Ataca os Espíritas?

A Doutrina Espírita é Baseada na Bíblia?

Os Espíritas Acreditam Só nos Evangelhos?

Você é “Espiritualista” ou o Que?

O Que Acha do Espiritismo?

Como Diz Que se Converteu se Já Era Espiritualista?

Você Acredita em Discos-Voadores?

Toda e qualquer crença ou simpatia Espiritista, desde o Espiritismo de Mesa-Branca, Budismo, Espiritismo-Cristão, Umbanda, Quimbanda, Bruxarias, e até mesmo as novas modalidades espiritualistas galgadas na crença em seres Intra-terrestres, Extraterrestres, OVNIS, ET’s, e etc. estão todas longe do verdadeiro conceito Cristão. Vale lembrar que a fé-devocional em qualquer outra entidade espiritual, celestial ou terrena, tais como Anjos, Santos, Objetos-Sacros, e não somente em Deus através do Seu-Filho Jesus (Cristo), constitui Espiritismo, e, portanto, reprovado pelo Evangelho de Cristo.
Nos últimos tempos o Espiritismo tem se misturado ao Cristianismo, mesclando ambas as doutrinas e propiciando vertentes religiosas com os mais esdrúxulos propósitos. A cristandade dividida e desviada da verdade de hoje tem aderido aos ideais espiritistas e visto Jesus (Cristo) como instrumento para obtenção de vantagens, e não mais como o expiador dos seus pecados para salvação da vida eterna.
O Cristão feito filho de Deus, como descrito em João 1:12, crê na Palavra de Deus e rejeita os preceito dos homens, reconhecendo que a única Palavra confiável é a Bíblia Sagrada, e atentando para o que ela nos instrui; tais como:
• Crê (tem fé) unicamente na pessoa de Jesus (Cristo) exatamente como prescrito nas Sagradas Escrituras (Bíblia) em Atos 4:12;
• Crê que Jesus é Deus e não um espírito-guia; como definido em João 1:1.
• Crê que Deus, através do Seu Filho, se fez homem (gerado e não criado), e não que é um espírito encarnado num corpo descartável;
• Crê que Jesus ressuscitou dos mortos no mesmo corpo, porém incorruptível, e não que somente o espírito dele teve continuidade após a morte;
• Crê que o Evangelho é a expressa Palavra de Deus, e não apenas um tutorial de valores morais e regras de boa convivência, e que nele está a única doutrina destinada aos Cristãos, e não dá oportunidade a nenhuma variante;
• Crê que as Sagradas Escrituras encerraram sua escrituração por ocasião da morte do último Apóstolo, como descrito em 2_Pedro 3:2-3, não mais cabendo inserir ou retirar nenhuma doutrina ou variar a já existente na Bíblia, conforme explícito em Gálatas 1:8-9.
• Crê que o único representante de Jesus (Cristo) na Terra é o Espírito Santo de Deus e que qualquer outro, pessoa ou denominação, que proferir em contrário será mero usurpador; conforme Jesus assim preestabeleceu em João 16:7.
• Crê que não somos a reencarnação de espíritos em processo de evolução até alcançar a plenitude, mas que somente em Jesus (Cristo) temos a plenitude já realizada e selada por Deus, como descrito em Efésios 1:13.

O Espiritismo, assim como suas variantes, nega parcial ou totalmente todas estas coisas citadas acima.
É impossível a um crente no espiritismo também crer em Jesus (Cristo) e sua perfeita Palavra (Evangelho).
As crenças que não reconhecem que atualmente, com o mundo inteiro sob total estado de apostasia, somente a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus, ou que lançam mão de apenas alguns fragmentos Bíblicos para conveniência de suas doutrinas, o fazem com o propósito de flexionar a fé do Cristão para suas heresias até ao nível de finalmente negarem a Palavra de Deus por completo.

O Catolicismo Romano
Mártires Cristãos Sob Opressão do Catolicismo Romano

O Catolicismo Romano é a mais controversa das crenças, pois se faz passar por Cristianismo, mas sua doutrina não é cristã; se diz representante de Cristo, mas abdicou do Evangelho e implantou o seu próprio Catecismo; trocou o primeiro amor (Jesus) pela figura humana de Maria a qual lhe foi concedido o status de “Mãe de Deus”; usurpou o Espírito Santo ao eleger o “Infalível Papa” como representante de Jesus; construiu Templos e engendrou rituais plagiados do Judaísmo; instituiu sacramentos não homologados pelos Apóstolos; substituiu a Santa Ceia pelo ritual pagão da Transubstanciação num sincretismo com o Mitraísmo; e por fim se tornou um dos principais inimigos do Povo de Deus (Israel). O Catolicismo Romano se intitula a “Igreja Mãe”, e o é, pois seu comportamento é de uma prostituta que gera filhas meretrizes. Todo o Cristianismo conhecido de hoje é fruto, direto ou indiretamente, de sucessivas divisões a partir da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR). Suas filhas meretrizes se desmembraram da mãe, já carregando o contaminado fardo da apostasia (divisão e desvio da verdade). Mesmo sendo esse desmembramento uma providência divina como forma de frear as barbaridades da corrompida e sanguinária mãe, também suas filhas não abriram mão das regalias do mundanismo secular e, semelhantemente, copiaram grande parte do paganismo. As formações de novas Denominações, as construções de Templos, os Dogmas que suplantam as Sagradas Escrituras, a Hierarquia Clerical e não mais os Dons; o Batismo de Crianças, a Primeira Confissão, a Crisma, o ritual do Casamento Religioso, e todos os outros rituais não bíblicos que se estende até a Extrema Unção, são heresias criadas com o propósito de aprisionar seus membros na seita desde o nascimento até a morte; o Dia Específico para adoração, e toda uma parafernália religiosa mantida pelas Igrejas; todo esse cabedal de fornicação foi a herança maldita que, embora camuflado com outros nomes ou termos, nos acompanha até aos nossos dias. Embora suas “Filhas” neguem vínculo com a “Mãe”, mas até o “Credo” do Protestantismo como um todo é igual ao do Catolicismo Romano. O Protestantismo, em imitação ao Catolicismo Romano, também angaria um “lugar ao Sol” junto às autoridades políticas e civis, se unindo em conluio para deitar-se na mesma cama da fornicação carnal e espiritual secular. O Cristianismo corrompido de hoje caminha em direção averso ao Evangelho, e esfriando o desejo de conquistar a Graça para salvação eterna, por conta própria passou a barganhar milagres que o beneficie em sua estadia aqui na Terra. O nítido comportamento comercial das auto-aclamadas “Igrejas” que, utilizando-se das mídias recorrentes, exibem propagandas e apresentam soluções para os problemas financeiros, físicos e psicológicos, como se o “consultório de Deus” fosse as suas Denominações, ou, como se Deus fosse o “gênio da lâmpada” que elas acharam, evidencia assim claramente a “Laodiceia” em que vivemos.
A Grande Babel Religiosa está formada; agora só aguarda a hora de ruir.
Paulo assim proferiu: Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si (Atos 20:29-30).
Não tardou, e antes que o último Apóstolo fechasse os olhos definitivamente, a Igreja de Cristo já dava sinais evidentes de sua degeneração, como descrito nas cartas de João às sete Igrejas no livro Apocalipse. O conteúdo destas sete cartas, que também simboliza o comportamento que o Cristianismo iria tomar ao longo da história, nos dá uma noção exata da “Laodiceia” que vivenciamos nos dias atuais.
No Concílio de Nicéia em 325 d.C. surgiu o Catolicismo Romano. O Sumo Pontífice era o Imperador Nero.
Por: J.Alencar

 A Origem (Histórico) 
Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais intro­duzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. (2 Pedro 2:1)
• Nos primeiros tempos da Igreja de Jesus, surgiu o grupo dos judaizantes, crentes de origem judaica. Eles não concordavam com a simplicidade e facilidade para obtenção da salvação e queriam exigir que todo aquele que quisesse aceitar o evangelho devesse, antes, tornar-se judeu. Esta foi a primeira dificuldade com que se depararam os apóstolos. Então estes marcaram uma reunião em Jerusalém, a fim de deliberar sobre a questão. Estiveram presentes alguns discípulos de Jesus, com destaque para Pedro e Tiago, e também os missionários que trouxeram a má notícia dos lugares por onde tinham passado. Tiago, o pastor da primeira igreja local, tomou a palavra e presi­diu a reunião. Decidiram por votação enviar cartas de esclare­cimento: “Mas cremos que somos salvos pela graça do Senhor Jesus, do mesmo modo que eles também. (…) Por isso, julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se conver­tem a Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das contamina­ções dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue” (At 15.11,19,20).
• Depois, os crentes começaram a ser perseguidos. Primeiro pelas autoridades judaicas. Houve proibições, prisões e mortes. Muitos tiveram de fugir de Jerusalém, e assim iam levando as mensa­gens do evangelho em suas pregações por onde passavam.
• Cláudio, o quarto imperador romano, expulsou os judeus que residiam em Roma, e como no princípio não havia muita distinção entre judeus e cristãos, estes também foram expulsos (Atos 18.2).
• Quase todos os imperadores romanos impuseram terríveis perseguições aos crentes. Não obstante, as congregações prolife­ravam, seu número multiplicava-se grandemente.
• Em meados do século III, houve o primeiro rompimento sério entre os cristãos, decorrente da introdução do batismo de crianças. O incidente foi denominado “desfraternização”, e depois disso nunca mais houve unidade entre eles. O grupo que queria manter a pureza dos ensinamentos não aderiu à novidade. Contudo, toleravam-se mutuamente, por serem vítimas dos mesmos algozes, os impera­dores romanos.
• Em 313 já era grande a distância que os separava, e, como era de esperar, os judaizantes, que jamais cederam em suas malé­volas intenções, aproveitaram-se da oportunidade de discórdia. Por essa época, o Imperador Constantino estava em guerra contra Maxêncio e aproveitou o ensejo para engrossar as fileiras de seu exército propondo, primeiro, um ato de tolerância e, depois, acenando com promessas mais tentadoras, como cargos públicos e até a aliança Estado-Igreja. Astuto, o general disse que viu uma cruz no céu com a inscrição “In hocsigno vinces” (“Com este sinal vencerás”).
• É de supor a alegria de alguns crentes nominais ao saberem que não seriam mais perseguidos, que poderiam galgar cargos públicos, que seriam chamados de amigos do imperador. Ainda estavam vivas na memória daquele povo as lembranças das atro­cidades de Nero, aproximadamente desde o suplício do apóstolo Paulo, e tais lembranças continuaram vívidas através dos séculos. Aos cristãos atribuíam-se quaisquer calamidades, por mais insig­nificantes que fossem. Eram motivo de suspeita popular, denunciados, transformados em objeto de ódio, lançados às feras, crucificados, queimados vivos, cobertos com peles de animais e lançados na arena para serem despedaçados pelos cães. Muitos, não resistindo aos sofrimentos, denunciavam os irmãos, que eram em seguida presos e supliciados. Disso resultou um grande número de crentes fiéis. Mesmo sob as mais terríveis perseguições, mantinham-se incontaminados pelo mundo. Mas, cessadas as perse­guições, houve um enfraquecimento espiritual, o que facilitou o entrosamento dos cristãos daquela época com o paganismo; por fim, os judaizantes sobrepuseram-se aos irmãos.
• O Estado pagão nunca exigiu de seus súditos obediência à religião oficial. Portanto, para os pagãos, tanto fazia permanecer no paganismo como no cristianismo. A conversão é uma questão de foro íntimo. Todo um império não se poderia converter por uma decisão política. Assim, com o ato de tolerância de Constantino, as igrejas encheram-se de ímpios. Eram cristãos nominais. Cristãos porque o Estado o era, mas continuaram com os seus ídolos, seus costumes, suas cerimónias pagãs. A Igreja de Jesus encheu-se de idolatria, doutrinas erróneas, ritos e superstições. A religião cristã tornou-se corrupta, e a Igreja perdeu a sua pureza. “Sempre tem havido duas classes entre os que professam ser seguidores de Cristo. Enquanto uma estuda a vida de seu Salvador e se esforça por viver uma vida digna, a fim de conformar-se com o seu Modelo, a outra evita claramente a boa prática e não se incomoda com o erro.” Os da primeira classe, naturalmente, não aderiram às benesses de Constantino, e por isso foram marginalizados; os da outra classe, aproveitando-se da situação, tornaram-se, com o tempo, ferrenhos inimigos e perseguidores dos fiéis, como se verá adiante.
• Constantino era um visionário, um sanguinário. Quando pensou em mudar a capital do império para Bizâncio, espalhou o boato de que tinha sido ordenado, num sonho, a “transformar a matrona decrépita numa rapariga na flor de sua beleza”, no intuito de valorizar a nova cidade; quando precisou de reforço para a guerra contra Maxêncio e Licínio, disse ter visto no céu a cruz do cristianismo vencedor. Com o Edito de Milão, em 313, deu liberdade de culto e, como autoridade máxima, passou a ser o chefe da Igreja. Era costume entre os pagãos que o imperador fosse o sumo pontífice. Todos os imperadores pagãos, desde Júlio César, recebiam esse título, mais tarde transferido para o papa.
• Roma era considerada a capital do politeísmo, pois, desde a sua fundação, tinha acolhido uma série de tradições pagãs que a prendiam não só às vitórias das armas, mas também ao orgulho de seus dias de esplendor. De todas as partes do mundo vinham pessoas impregnadas de suas tradições pagãs. Como poderia o cato­licismo medrar, engrossando suas fileiras com pessoas dessa classe, não convertidas, sob a direção de um chefe poderoso, sanguinário e não convertido? Aconteceu o que seria natural: com as vanta­gens materiais, começaram as bajulações. Sacerdotes do culto pagão, sem a unção do Espírito Santo, passaram a exercer o ministério cristão. Templos pagãos eram usados para o “culto cristão”. Diz-se até que a estátua de São Pedro que hoje se venera no Vaticano é a de Júpiter Tonante.
• Um dia, ao ouvir um sacerdote bajulador, “num desses pane­gíricos ditados aos literatos pela pusilanimidade e tolerado pela imprudência dos imperadores, pregar que Constantino, depois de ter dominado gloriosamente sobre os homens, subiria ao céu para reinar ao lado do Filho de Deus, interrompeu-o, exclamando: ‘Deixa-te de lisonjas intempestivas; não tenho necessidade de teus elogios, mas sim de tuas orações'”.
• Conformado à doutrina que tinha abraçado, derrogou a lei contra o celibato, isentou o clero de todos os serviços públicos e de todo emprego oneroso, restringiu a faculdade de se divorciar. Por essa ocasião nasce o catolicismo, do grego katholikós, termo até então aplicado ao cristianismo e que significa “universal”, como o era o Império Romano. Foi com o Concílio de Nicéia de 325 que surgiu o catolicismo romano, com as mazelas do paganismo. O sumo pontífice, então, como já dito, não era o papa, e sim o próprio imperador.
• (…) Ao passo que o espírito da legislação civil se fazia cristão, a administração do império permanecia pagã. Como dantes, o soberano, identificado com o Estado, continuou a possuir uma autoridade sem limites que assegurava os seus vícios de uma imensa influência; os maus costumes não deixaram de reinar na corte, teatro de intrigas (…) as crenças evangé­licas foram adulteradas pelo despotismo dos teólogos coroados.”
• Quanto às leis penais, o rapto foi punido por Constantino com extremo rigor: o culpado devia ser queimado vivo ou esquar­tejado no anfiteatro; se a vítima declarasse ter consentido no rapto, também era submetida ao suplício; os escravos convencidos de cumplicidade eram queimados vivos ou se lhes deitava chumbo derretido pela garganta, e nenhum crime prescrevia pelo decurso do tempo. Os efeitos ainda recaíam sobre a descendência do culpado. A formação militar e o temperamento do imperador levaram-no a atos de crueldade e de avareza, cujos efeitos o cristianismo nele não conseguiu desviar. Com essa impetuosidade, convocou e presidiu o Concílio de Nicéia. Em vez de volverem à pureza do evangelho, da suficiência dos méritos de Cristo para a salvação da humanidade, 318 eclesiásticos discutiram durante dois meses sobre se Cristo é da mesma substância que o Pai ou se é de substância apenas semelhante. É escusado dizer que os crentes que primavam pela pureza do evangelho não compareceram a esse concílio.
• Quão distantes já estavam esses legalistas judaizantes, pa­gãos e pseudocristãos das Sagradas Escrituras! Quão distantes estavam de Jesus! Frise-se que o Concílio de 325 foi convocado, presidido e teve suas resoluções impostas pelo imperador por­que este temia uma cisão nessa seita, o que, segundo ele, poria em perigo a unidade do império, e essa unidade tinha de ser mantida à força.
• Em 326, um ano depois do concílio, Constantino vai a Roma para celebrar o vigésimo ano de seu reinado. Por intriga palaciana, manda prender seu filho Crispo, que é logo julgado, condenado e morto pelo próprio pai; matou também o filho de Licínio. Helena, mãe do imperador e avó de Crispo (a Santa Helena da Igreja Cató­lica), profundamente abalada pela morte do neto, revela ao imperador a intriga da madrasta Fausta e diz que ela manteve um romance com alguém, no palácio, na ausência do imperador; o marido traído manda afogar a mulher num banho quente. “Esses fatos, referidos por diversos escritores, não são apoiados por sufi­cientes provas, conquanto pareça que Constantino tirasse partido deles para mandar matar diversos personagens, mesmo entre os seus amigos.”
• Era essa a situação no início do século IV; esse era o chefe de Estado que acabava de assumir o comando da Igreja. Com tal estado de coisas, com a enxurrada de pagãos, com o poder do farisaísmo dos judaizantes, com os interesses mundanos em disputa, só se poderia esperar um cristianismo tão irresponsável nos cuidados com a salvação das almas e tão interessado nas glórias mundanas, como o catolicismo romano que sobreviveu.
• Depois do Concílio de Nicéia de 325, Teodósio convocou o segundo, em 381, em Constantinopla; o terceiro foi convocado por Teodósio II e por Valentiniano III, em Éfeso; o quarto reuniu-se na Calcedônia, convocado por Marciano em 451. Leão I era o bispo de Roma nessa ocasião e é considerado o primeiro papa; o quinto concílio foi convocado por Justiniano e realizado em Cons­tantinopla, pela segunda vez, em 553; o sexto foi também convocado para Constantinopla por Constantino IV, no ano de 680, para condenar heresias. Durante esse concílio, o Papa Honório foi deposto e excomungado (ainda não existia a infalibilidade do papa), e estiveram presentes 174 conciliares; o sétimo foi convocado para se reunir também em Nicéia, em 787, pela Imperatriz Irene, quando o Papa Adriano I oficializou o culto das imagens, e reuniu 300 bispos; o oitavo e último dos concílios convocados por imperadores reuniu-se mais uma vez em Constantinopla, em 869, por deter­minação de Basílio I. Só nessa data foi reconhecida a primazia do bispo de Roma sobre os demais; os bispos do Oriente não concor­daram com isso, o que ocasionou a grande separação, 418 anos depois de Leão I. Foi o último dos “Concílios do Oriente”.
• A hierarquia, a Igreja Católica Romana como a conhecemos hoje, é o resultado de um processo lento de modificações a partir dos primeiros dias da Igreja primitiva.
• Durante os três primeiros séculos, as congregações espalhadas no Oriente funcionavam em corpos independentes e sepa­radas, sem subvenção por parte do governo e, consequentemente, sem qualquer intervenção do poder secular, da Igreja sobre o Estado ou vice-versa. Em todo este tempo as igrejas batizavam e, segundo o testemunho dos Pais dos primeiros quatro séculos, até Gerônimo (370 AD), na Grécia, Síria, África, é mencionado um grande número de batismos de adultos, sem a apresentação de ao menos um batismo infantil.
• As igrejas locais multiplicavam-se muito rápido, umas mais do que as outras, é verdade, mas todas cresciam. Havia a de Jeru­salém, a de Éfeso, a de Corinto… Jerusalém foi durante séculos conhecida como a “Igreja-Mãe” e tinha muitos milhares de membros. “De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia se agregaram quase três mil almas” (At 2.41).
• A leitura do livro de Atos dos Apóstolos deixa claro que a grande preocupação do apóstolo Paulo era manter as igrejas fiéis ao Novo Testamento. Ele escreveu aos coríntios, aos gálatas etc, sempre procurando doutrinar e corrigir possíveis erros. Disse:”(…) não me esquivei de vos anunciar todo o conselho de Deus. Cuidai pois de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constitui bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue” (At 20.27,28). Ou, então, o apóstolo Pedro: “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão enco­bertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” (2Pe 2.1,2).
• Na verdade, essas igrejas tinham muitos pastores (bispos) e pregadores, e alguns deles começaram a usar de uma autoridade que não lhes fora dada no Novo Testamento. Um deles é mencio­nado pelo apóstolo João: “Escrevi alguma coisa à igreja; mas Diótrefes, que gosta de ter entre eles a primazia, não nos recebe (…) proferindo contra nós palavras maliciosas” (3 Jo 9,10).
• Com os eventos do princípio do século IV, os judaizantes tiveram a oportunidade de lançar mão do cerimonialismo judaico, e a Igreja Católica, com seus paramentos, é prova de que foram introduzidos assim; depois, como a Bíblia dá grande ênfase ao batismo, atribuíram-lhe o poder de regeneração. Ora, se o batismo foi considerado um meio de salvação, quanto mais depressa ele fosse ministrado, tanto melhor seria. Foi mais um passo para o batismo de crianças e para se continuar enchendo as igrejas de não-crentes.
• Vimos então que os três primeiros grandes desvios foram a função do bispo na Igreja, a regeneração pelo batismo e o batismo de crianças.
• O batismo, com absoluta certeza, foi o maior motivo para per­seguições e derramamento de sangue em toda a história do cristia­nismo. “Mais de 50 milhões de pessoas sofreram o martírio, prin­cipalmente por causa da rejeição da regeneração batismal e do ba­tismo infantil, no período da ‘idade das trevas’ portanto 12 ou 13 séculos.”
• Quanto à supremacia do bispo de Roma sobre os demais, ela na verdade jamais foi aceita pela Igreja do Oriente, tanto que em 869 aconteceu o “grande cisma”.
• Os decretos do 8º Concílio Ecuménico, congregado, em 869, na capital do Oriente, evidenciam com inelutável segurança que, ainda vinte e quatro anos depois de forjado o pseudo-Isidoro, não tinha prevalecido no mundo cristão a infalibilidade pontifícia. Dos cânones 13,17,21 e 26 vê-se que o último concílio geral do Oriente continuava a dividir a Igreja entre as cinco grandes sés de Roma, Bizâncio, Alexan­dria, Antioquia e Jerusalém.
• Nesse oitavo e último dos concílios convocados por impera­dores, sendo bispo de Roma Adriano II, “foi reconhecida a primazia de Roma sobre as demais igrejas”.
Por: Alcides Canjeiro Peres

 Vídeo (leitura dinâmica) 
O Catolicismo Romano

O Budismo
O Budismo é mais uma seita Espírita, porém com doutrinas e características próprias. Para sabermos se uma crença vem da parte de Deus ou de Satã, existe um procedimento simples que facilmente elucida esta questão; faça a seguinte pergunta: “O mérito, ao alcançar o objetivo, está em Deus ou no homem?”. Se o mérito estiver em qualquer outro, que não somente em Deus, trata-se de seita de demônios.
Vamos analisar o Budismo com todo rigor de suas “verdades” e desprovido de tendências:
• Budismo (páli/sânscrito: बौद्ध धर्म Buddha Dharma) é uma filosofia ou religião não teísta que abrange diversas tradições, crenças e práticas geralmente baseadas nos ensinamentos de Buda. Engloba escolas como o Teravada, Zen, Terra Pura e o budismo tibetano, se espalhou mais pelo Tibete, China e Japão.
• O budismo não é só uma religião, mas também um sistema ético e filosófico, originário da região da Índia. Foi criado por Sidarta Gautama (563? – 483 a.C.?), também conhecido como Buda. Este criou o budismo por volta do século VI a.C. Ele é considerado pelos seguidores da religião como sendo um guia espiritual e não um deus. Desta forma, os seguidores podem seguir normalmente outras religiões e não apenas o budismo.
• O início do budismo está ligado ao hinduísmo, religião na qual Buda é considerado a encarnação ou avatar de Vishnu. Esta religião teve seu crescimento interrompido na Índia a partir do século VII, com o avanço do islamismo e com a formação do grande império árabe. Mesmo assim, os ensinamentos cresceram e se espalharam pela Ásia. Em cada cultura foi adaptado, ganhando características próprias em cada região.
• Os ensinamentos do budismo têm como estrutura a ideia de que o ser humano está condenado a reencarnar infinitamente após a morte e passar sempre pelos sofrimentos do mundo material. O que a pessoa fez durante a vida será considerado na próxima vida e assim sucessivamente. Esta ideia é conhecida como carma. Ao enfrentar os sofrimentos da vida, o espírito pode atingir o estado de nirvana (pureza espiritual) e chegar ao fim das reencarnações.
Para os seguidores, ocorre também a reencarnação em animais. Desta forma, muitos seguidores adotam uma dieta vegetariana.
• A filosofia é baseada em verdades: a existência está relacionada a dor, a origem da dor é a falta de conhecimentos e os desejos materiais. Portanto, para superar a dor deve-se antes livrar-se da dor e da ignorância. Para livrar-se da dor, o homem tem oito caminhos a percorrer: compreensão correta, pensamento correto, palavra, ação, modo de vida, esforço, atenção e meditação. De todos os caminhos apresentados, a meditação é considerado o mais importante para atingir o estado de nirvana.
• A filosofia budista também define cinco comportamentos morais a seguir: não maltratar os seres vivos, pois eles são reencarnações do espírito, não roubar, ter uma conduta sexual respeitosa, não mentir, não caluniar ou difamar, evitar qualquer tipo de drogas ou estimulantes. Seguindo estes preceitos básicos, o ser humano conseguirá evoluir e melhorará o carma de uma vida seguinte.

Facilmente, vê-se com nitidez que o mérito, no Budismo, é dado ao homem; ou seja: As obras do homem é o que propicia a salvação ou evolução.
Entretanto, as Escrituras de Deus dizem claramente que o homem já nasce condenado, pois é pecador irreconciliável e necessitado de um remidor. Ora, uma pessoa que não sabe nadar, estando em meio a um naufrágio, necessita incondicionalmente de um salva-vidas. A semente do pecado que o homem contraiu no Éden condena-o à morte eterna (inferno), pois a perfeita criação de Deus não permite o contrário. O preço de morte tem que ser pago, obrigatoriamente, para que o homem quite sua dívida contraída; não há como ser diferente; e se fosse, restaria uma aresta no encerramento da criação; e a criação tem prazo para encerrar, pois o Céu e a Terra passarão, mas a Palavra de Deus jamais passará.
A mesma Palavra de Deus que sentencia o homem à morte, também dá o Salva-Vidas. O Senhor Jesus (Cristo) pagou o resgate do homem com preço de morte. Assim, o mérito permanece em Deus, e jamais no homem.
A Palavra de Deus diz:
Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; (Efésios 2:8-9).
O Budismo, nos últimos tempos, tem sincretizado do Cristianismo várias características espirituais e convertido em espiritismo, adquirindo um sincretismo religioso semelhante ao que o Catolicismo-Romana fez a partir da conversão do Imperador Romano Nero, que sincretizou o Cristianismo com as diversas crenças nos deuses romanos daquele tempo, adaptando-os aos “santos” instituídos através de dogmas.
A Igreja da Unificação (O Moonismo) do Reverendo Moon, é um exemplo deste tipo de sincretismo religioso. Esta seita prega que o Reverendo Moon (Cristão-Budista) é a reencarnação (Maitreya) de Jesus (Cristo) e que veio completar a obra que Cristo não conseguiu, por ter morrido na cruz antes do tempo necessário. Assim como o Moonismo, o Budismo tem se misturado a outras crenças esotéricas, como a ufologia, o naturismo, astrologia, quiromancia, cabala, e etc., e gerado vertentes Espíritas adversas.

Testemunhas de Jeová (Seita de Demônios)
Documentário Sobre a Seita Testemunhas de JeováTúmulo Demoníaco dos Testemunhas de JeováClique aqui para visualizar o Túmulo pelo Google-Maps

Familiar Expulso Por Não Ser T.J.
O deus das Testemunhas de Jeová não é Onisciente
Testemunhas de Jeová – Falsos Profetas.
Não Entre Nesta Seita de Anticristos
Testem.de Jeová Mudam Doutrina Como Troca de Roupa
Testemunhas de Jeová e o Espiritismo
Revelações de Ex-Testemunha de Jeová
O Que São as Testemunhas de Jeová?
Como Lidar com os Testemunhas-de-Jeova

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• “Testemunhas de Jeová” é uma religião que usa a Bíblia de forma deliberadamente equivocada enganando seus adeptos. Suas doutrinas procuram diminuir o Nome que está acima de todo nome, o Senhor Jesus Cristo. Eles negam que Cristo seja Deus e não dão honra ao filho como ao Pai (ver João 5.23). A estes devemos tratar como está escrito em 2 João versículos 7 ao 11, pois são inimigos de Deus.
• A salvação que pregam está baseada em obras, principalmente uma que é a de divulgar a doutrina da Sociedade Torre de Vigia e fazer novos escravos. Há inclusive um ranking dos melhores do mundo nessa prática de distribuição de literatura. A isso eles chamam “pregar o evangelho”. Exceto para um suposto grupo de 144 mil membros da organização, os membros comuns não têm nenhuma esperança de viver no céu e o máximo que almejam é um lugar no Reino de mil anos que acontecerá aqui na terra.
• Normalmente não perco tempo escutando os membros daquela seita, pois não poderei aproveitar nada do que falam. Mesmo que uma certa porcentagem do que dizem possa ser encontrado na Bíblia, não devemos dar ouvidos a eles. Lembre‑se que de que há venenos para rato que são feitos com 90% do mais puro milho e apenas 10% de veneno fatal. Se perguntar algo a eles, a resposta virá de um livro que têm especialmente preparado com respostas para as principais perguntas das pessoas. Alguns levam o livro na pasta, porém não o usam publicamente.
• Quando converso com algum, é apenas para fazer com que ouça o evangelho da graça de Deus e fico batendo sempre na tecla de que Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que é preciso crêr nEle e em Sua obra consumada na cruz. Procuro não ir atrás deles quando desejam entrar pelo terreno da profecia, pois não entenderão a profecia corretamente enquanto não se converterem a Cristo.
Aqui vão algumas coisas que as TJ crêem. Veja como diferem daquilo que a Bíblia diz:
• Erro das TJ: O Espírito Santo é uma força ativa impessoal de Deus, The Watchtower, June 1, 1952, p. 24. O Espírito Santo é uma força, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 406-407.
Refutação: O Espírito Santo é uma Pessoa divina que pensa, sente, sofre, fala, etc.
“E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”. Atos dos Apóstolos 13:2
“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção”. Efésios 4:30
• Erro das TJ: Somente os membros da organização serão salvos, The Watchtower, Feb, 15, 1979, p. 30.
Refutação: O único meio de salvação é a pessoa de Jesus Cristo, graças à Sua obra na cruz. Nenhuma organização pode salvar.
“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. Atos dos Apóstolos 4:12
• Erro das TJ: Jesus foi um anjo que se tornou um homem, The Watchtower, May 15, 1963, p. 307. Jesus foi o único homem perfeito, mas não Deus em carne, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 306.
Refutação: Jesus é Deus, assim como o Pai é Deus e o Espírito Santo é Deus. Não há como entender, apenas crer.
“NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. João 1:1
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. João 1:14
“O QUE era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida” 1 João 1:1
• Erro das TJ: Jesus não voltou da morte em seu corpo físico, Awake! July 22, 1973, p. 4. Jesus foi ressucitado “não como criatura humana, mas um espírito.” Let God be True, p. 276.
Refutação: A visão do Senhor ressuscitado foi um privilégio apenas dos discípulos. Ele ressuscitou em um corpo físico, diferente do que tinha antes pois era capaz de atravessar portas e paredes, mas igualmente físico. Não era um espírito.
“E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco. Depois disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. E Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!” João 20:26-28
“Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel; O que ele tomou, e comeu diante deles”. Lucas 24:41-42
“Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também”. 1 Coríntios 15:6
• Erro das TJ: Jesus returnou à terra, invisivelmente, em 1914, The Truth Shall Make You Free, p. 300.
Refutação: Muitas religiões alegam ter Cristo voltado. No caso das TJ isso foi previsto numa falsa profecia que depois da data anunciada precisou receber a adição do “invisivelmente” para não voltarem atrás.
“E então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo; ou: Ei-lo ali; não acrediteis”. Marcos 13:21
• Erro das TJ: A Trindade não existe, Let God be True, p. 101-100.
Refutação: A existência da Trindade foi revelada no batismo do Senhor. O Espírito Santo desceu na forma de uma pomba e pousou sobre Ele; e Deus Pai declarou: “Este é meu Filho amado em quem me comprazo”. João 20.17 revela que o Pai é uma Pessoa distinta e que é Deus. 1 Jo 5.20 revela que Jesus é uma Pessoa distinta e que é Deus. Muitas passagens revelam que o Espírito Santo é uma Pessoa e é Deus: Gn 1.2; Mt 4.1; Jo 16.13; At 10.19; 13.2,4; 20.28; Rm 15.30; 1 Co 2.10.
As três Pessoas são citadas na fórmula instituida por Cristo no batismo (Mt 28.19). No entanto, há um só Deus (1 Tm 2.5). Satanás terá uma imitação da Trindade, representada na Besta, no falso profeta e no próprio Satanás (Ap 13.4,11; 20.10).
• Erro das TJ: Boas obras são necessárias para a salvação, Studies in the Scriptures, Vol. 1, pp. 150, 152. A salvação é pela fé e pelo que você fizer, Studies in the Scriptures, Vol. 1, p. 150,152.
Refutação: As boas obras não salvam, apenas podem ajudar a revelar se uma pessoa é salva em função dos frutos visíveis de sua transformação.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”. Efésios 2:8-10
• Erro das TJ: A alma cessa sua existência na morte, Let God be True, p. 59, 60, 67. Não existe inferno de fogo onde os condenados serão punidos, Let God be True, p. 79, 80.
Refutação: O inferno foi criado para Satanás e seus anjos, mas os homens também acabarão lá, embora não fosse essa a intenção original. Mesmo assim, não há fim para a alma ou para o fogo do sofrimento eterno. A palavfra chave aí é “NUNCA”. Assim como o salvo NUNCA perderá sua salvação, o condenado NUNCA ficará livre de sua condenação.
“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. Marcos 9:43-44
“Ele tem a pá na sua mão; e limpará a sua eira, e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga”. Lucas 3:17
• Erro das TJ: Somente 144.000 Testemunhas de Jeová irão para o céu, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 166-167, 361; Let God be True, p. 121.
Refutação: O texto de Apocalipse mostra claramente que se tratam de israelitas das diferentes tribos de Israel, e não gentios salvos e pertencentes ao Corpo de Cristo que é a Igreja, cuja porção é celestial.
“E ouvi o número dos assinalados, e eram cento e quarenta e quatro mil assinalados, de todas as tribos dos filhos de Israel. Da tribo de Judá, havia doze mil assinalados; da tribo de Rúben, doze mil assinalados; da tribo de Gade, doze mil assinalados…” Apocalipse 7:4
• Erro das TJ: Transfusão de sangue é pecado, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 72-73.
Refutação: A passagem bíblica no Antigo Testamento, e sua confirmação no Novo Testamento, mostra claramente tratar-se de “comer” sangue. Confundir o ato de comer com uma transfusão, que pode nem ser de sangue mas de um derivado, é um erro grosseiro.
“Somente esforça-te para que não comas o sangue; pois o sangue é vida; pelo que não comerás a vida com a carne” Deuteronômio 12:23 (admoestação feita a Israel)
“Todavia, quanto aos que crêem dos gentios, já nós havemos escrito, e achado por bem, que nada disto observem; mas que só se guardem do que se sacrifica aos ídolos, e do sangue, e do sufocado e da prostituição”. Atos dos Apóstolos 21:25 (aos gentios)
• Erro das TJ: É possível perder a sua salvação, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 358-359.
Refutação: Não é possível tirar das mãos de Deus aquele a quem Ele salvou pelo sacrifício de Seu próprio Filho. A palavra chave é “NUNCA”.
“E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão”. João 10:28
• Quanto ao versículo que citou, os 144 são exatamente o que diz a passagem em Apocalipse 7.4‑8: todos são judeus, pois repare que são identificadas as suas tribos. Além dos judeus convertidos há uma multidão (Ap 7.9‑17) de gentios convertidos que passarão pela tribulação (Ap 7.14)
• A ordem dos acontecimentos é mais ou menos a seguinte: Acontece o arrebatamento da Igreja (1 Ts 4.17), que inclui todos os salvos por Cristo. Ficarão na terra os que ouviram o evangelho e não creram e os que não ouviram o evangelho e não tiveram, portanto, oportunidade de entrar entre os salvos da Igreja. Os que ouviram e não creram não terão outra chance, pois Deus os fará crer na mentira do Anticristo que se levantará após o arrebatamento da Igreja (1 Tessalonicenses 2.7‑12).
• Porém os que não ouviram, judeus e gentios, poderão ainda se converter na tribulação e é desses que trata a passagem em Apocalipse que você citou. No final da tribulação, voltaremos com Cristo para julgar as nações e terá início o Milênio, o Reino de Cristo sobre a terra. Não participaremos do Reino como súditos na terra, mas sim reinando com Cristo sobre a terra (2 Tm 2.12). Entrarão no Milênio os judeus e gentios convertidos durante a tribulação.
Fonte: Mário Persona

Mais sobre as Testemunhas de Jeová:
Associação de Ex Testemunhas de Jeová.
Jeová não é o verdadeiro nome de Deus (Pai); este nome foi inventado por volta do século XIV.
Testemunhas de Jeová, Cristãos ou Anticristos?

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Evangélicos (Mais Tijolos da Babel Religiosa)
Seitas e Preceitos Religiosos (Falso Cristianismo)
Protestantes e Católicos e o Domínio Religioso

Considerando que cada Denominação Religiosa tem uma doutrina diferente das demais, está evidente que as Denominações são agentes da Divisão do Evangelho; e Divisão é Apostasia, pois a Igreja de Cristo é UNA e Deus não tem uma doutrina diferente para cada Grupo-Religioso ou Denominação.
Algumas Denominações alegam que sua doutrina é “una” já que todas as congregações nas diversas localidades do mundo inteiro obedecem aos mesmos preceitos e normas emanados pela Matriz; entretanto a própria origem da referida Denominação, por si só, já denota uma Divisão, pois seu fundador, sem exceção, fora dissidente (desertor) de outra Denominação anterior por não concordar com a Doutrina vigente daquela Denominação, e por isso resolvera fundar sua própria Denominação na intenção de implantar a suposta “verdadeira doutrina”. Esse processo só alimenta a sede insaciável de Satanás em estabelecer a confusão no meio Cristão.
A Palavra de Deus diz claramente que as Escrituras não são de particular interpretação; portanto ninguém pode usurpar o Espírito Santo, se fazendo passar por legislador do entendimento da Palavra de Deus, e emanar doutrinas dogmáticas de próprio punho como se estivessem vindo da parte de Deus.
Cada servo de Deus recebe os Dons necessários ao perfeito cumprimento da divulgação do Evangelho, e esses Dons são exercidos sem que o detentor dos Dons sequer os perceba.
A Palavra de Deus se reserva ao somente o que já foi escrito até a morte do último Apóstolo. Não cabe, portanto, a mais ninguém reescrever por cima da Escritura de Deus.
Para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas, e do nosso mandamento, como apóstolos do Senhor e Salvador. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, (2 Pedro 3:2-3).
O Protestantismo cumpriu parte da Reforma ao estancar a sangria (sangue) provocada pela Igreja Católica Romana, mas trouxe em seu bojo a semente das Heresias da velha ICAR, tais como: Templos, Altares, púlpitos, Dogmas, Clero, Hierarquia, Regras Doutrinarias, etc. O propósito inicial da Reforma era o de Reformar a mesma Igreja, que estava corrompida, deformada, e não o de Dividi-la, mas a Divisão foi inevitável.
Da mesma forma que Satanás se transferiu pra dentro da Católica-Romana quando esta teve iniciou com o Imperador-Constantino, no Protestantismo não foi diferente em nada; quem continua ditando as regras dentro das Denominações é o mesmo de sempre, Satã. Assim, a Babel Religiosa ganhou mais tijolos e as muitas águas de “Apocalipse 17:15” alastra-se mais ainda.
E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas (Apocalipse 17:15).
Hoje vivemos na “Laodiceia” generalizada onde os princípios básicos não mais são respeitados e de tudo se vê dentro das chamadas “igrejas”, tais como: Shows auditivos e espetáculos visuais com encenações e animações utilizando técnicas avançadas. Esses midiáticos instrumentos satânicos para atrair mais e mais adeptos estão se tornando peças fundamentais no crescimento das Denominações que competem entre si na barganha de novos prosélitos. Ignorando aos preceitos Bíblicos, as Denominações aderem às atividades de membros com dons mundanos, e dessa forma toda espécie de profanações se operam nestes antros que se fazem passar por “Espaços Santos”.
A Palavra de Deus deixou de ser uma Espada de Salvação Espiritual pra ser objeto de barganha de Bens Materiais, onde Mamom é o objetivo final. Assim proferiu o Senhor Jesus (Cristo):
Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (Mateus 6:24).
O materialismo tomou conta do entendimento, e o homem esqueceu que sua condenação já fora decretada, pois já somos pecadores e condenados à morte eterna desde antes do nascimento, pois somos co-herdeiros no pecado juntamente com Adão. A semente do pecado permanece:
Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Romanos 3:23
A busca pela felicidade, curas e milagres adversos, tem ofuscado o real objetivo do Evangelho da Salvação Espiritual.
O Céu deixou de ser o desejo dos que buscam a Deus.
Por: José Alencar.

A Criação de Igrejas (Denominacionais ou Não) é Apostasia:
Não existe nenhuma base Bíblica na criação de Instituições Religiosas.

1) Que autoridade nos dá a Palavra de Deus para estabelecermos igrejas denominacionais ou não denominacionais em meio ao testemunho cristão, quando as Escrituras condenam a criação de seitas e divisões entre os crentes? (1 Co 1:10; 3:3; 11:18-­19)
2) Com que autoridade vinda de Deus os cristãos denominam suas assim chamadas “igrejas” como Presbiteriana, Batista, Pentecostal, Aliança, Cristã Reformada, Anglicana etc., quando não há na Bíblia instruções para nos reunirmos em qualquer outro nome além do nome do Senhor Jesus Cristo? (Mt 18:20; 1 Co 5:4)
3) Com que autoridade os cristãos denominam seus grupos eclesiásticos em honra de proeminentes e dotados servos do Senhor, como Luterana (Martinho Lutero), Menonita (Menno Simons), Metodista­Wesleyana (John Wesley) etc., quando as Escrituras denunciam a formação de grupos de cristãos em torno de um líder na igreja? (1 Co 1:12­13; 3:3­9)
4) Que autoridade os homens receberam de Deus para estabelecerem essas igrejas segundo distinções nacionais, como “Igreja da Inglaterra”, “Irmãos Menonitas Chineses”, “Igreja Ortodoxa Grega”, “Batista Filipina”, “Igreja de Deus Alemã” etc., quando as Escrituras nos dizem que não existem distinções nacionais ou sociais na igreja de Deus? (Cl 3:11)
5) Que autoridade têm os cristãos para ornamentarem seus lugares de adoração à semelhança do tabernáculo e do templo da ordem judaica do Antigo Testamento? Muitas desses edifícios, chamados de “igrejas”, são ornamentados com ouro e outros materiais preciosos. Muitos desses edifícios, chamados “igrejas”, têm um altar. Outros têm partes do prédio destacadas como sendo mais sagradas do que outras. Que autoridade têm os cristãos para emprestarem coisas assim do judaísmo, quando a Bíblia indica que o cristianismo não é uma extensão da ordem judaica, mas possui um caráter totalmente novo de aproximar­se de Deus? (Hb 10:19­20; 13:13; Jo 4:23­24)
6) Acaso existe qualquer fundamento na Palavra de Deus para a existência de campanários, cruzes e outras coisas que são construídas nessas assim chamadas “igrejas”?
7) Será que existe qualquer base na Palavra de Deus para chamar esses edifícios de “igrejas”? A definição bíblica de “igreja” é de uma reunião de crentes que, pelo evangelho, foram chamados para fora, tanto dentre os judeus como dentre os gentios, e são unidos em um único corpo a Cristo, sua Cabeça no céu, pela habitação do Espírito Santo. (At 11:22; 15:14; 20:28; Rm 16:5; 1 Co 1:2; Ef 5:25)
8) Que autoridade as Escrituras dão para se colocar um homem na igreja (chamado de Ministro ou Pastor) para “conduzir” a adoração? As Escrituras ensinam que o Espírito de Deus foi enviado ao mundo para guiar a adoração cristã (Fp 3:3; Jo 4:24; 16:13­15). A Bíblia indica que é o Senhor, por intermédio do Espírito, quem preside na assembleia dos santos e dirige os procedimentos do modo como Lhe apraz. (1 Co 12:11; Fp 3:3)
9) Com que autoridade das Escrituras os cultos de adoração nessas igrejas são organizados com antecedência? Em algumas se costuma distribuir um programa descrevendo a ordem como se dará a adoração naquele dia em particular.
10) Com que autoridade das Escrituras esses cultos nas igrejas são chamados de “adoração”, quando eles geralmente constituem de apresentações musicais e de um homem ministrando um sermão?
11) Que autoridade o Novo Testamento dá para se utilizarem instrumentos musicais na adoração cristã? A adoração cristã é aquela produzida no coração pelo Espírito de Deus, e não por meios mecânicos através de mãos humanas. (At 17:24­25)
12) Com que autoridade das Escrituras são repetidas orações escritas previamente e impressas em livros de oração durante as reuniões da igreja? A Bíblia diz que não deveríamos usar de vãs repetições em nossas orações, mas que estas deveriam ser nossas próprias palavras saídas do coração. (Mt 6:6­8; Tg 5:16; Sl 62:8)
13) Que autoridade há para se ensaiar os Salmos nos chamados “cultos de adoração”, quando os Salmos expressam os sentimentos de pessoas que não estavam sobre um fundamento cristão e nem conheciam os privilégios cristãos?
14) Por que a maioria das igrejas celebra a ceia do Senhor uma vez por mês ou a cada 3 meses, quando o costume da igreja nas Escrituras, inicialmente estabelecido pelo ministério de Paulo, era de se partir o pão a cada dia do Senhor? (At 20:7)
15) Que autoridade há nas Escrituras do Novo Testamento para se designar um coro de cantores treinados para ajudar na adoração cristã?
16) Que autoridade há nas Escrituras para o uso de vestimentas especiais durante os cultos de adoração cristã? Os corais costumam estar vestidos assim e dependendo do lugar o Ministro também usa uma vestimenta característica.
17) Que autoridade têm essas igrejas para permitir que mulheres preguem e ensinem publicamente, quando a Bíblia diz que o papel das irmãs não é uma atuação pública na igreja, seja na administração, seja no ensino e pregação? As Escrituras dizem que elas devem permanecer em silêncio na assembleia. (1 Co 14:34­38; 1 Tm 2:11­12)
18) Que autoridade há para as mulheres dessas igrejas orarem e profetizarem (ministrarem a Palavra) com suas cabeças descobertas, quando a Palavra de Deus diz que deveriam cobrir a cabeça? (1 Co 11:1­16)
19) Que autoridade as Escrituras dão para permitir que apenas certas pessoas (como o Pastor ou Ministro) se ocupem do ministério da Palavra de Deus? Por que não há liberdade nessas igrejas para todos os que forem capacitados ministrarem guiados pelo Espírito? A Bíblia ensina que quando os cristãos se reúnem em assembleia, todos (os varões) devem ter liberdade para ministrar conforme o Senhor guiá­los por intermédio do Espírito. (1 Co 12:6, 11; 14:24, 26, 31)
20) Que autoridade as Escrituras dão para apoiar a ideia de que uma pessoa precisa ser ordenada para estar no ministério? Não existe na Bíblia um pastor, mestre, evangelista, profeta ou sacerdote que tenha sido ordenado para pregar ou ensinar! As Escrituras ensinam que o simples fato de uma pessoa possuir um dom espiritual é sua garantia para usá­lo! (1 Pd 4:10­11)
21) Que autoridade as Escrituras dão para fundamentar a ideia de que existem hoje no mundo homens que teriam poder para ordenar outros? Onde eles conseguiram tal poder?
22) Acaso existe qualquer autoridade para dar a pessoas títulos de “Pastor” (por exemplo, “Pastor João”), quando nas escrituras esse dom nunca foi atribuído a alguém como um título?
23) Onde nas Escrituras existe autoridade para se fazer de um homem um Pastor de uma igreja local quando as Escrituras nunca falam do dom de pastor como um ofício local? (Ef 4:11)
24) Com que autoridade das Escrituras os assim chamados Ministros se denominam a si mesmos “Reverendo”, quando a Bíblia diz que “Reverendo” é o nome do Senhor? (Sl 111:9 – versão inglesa) Alguns clérigos adotam o nome “Padre” (“Pai”), apesar de as Escrituras deixarem claro que não deveríamos chamar ninguém de “Pai”! Outros adotam o título de “Doutor” (que significa ‘mestre’ ou ‘instrutor’ em latim) quando as Escrituras também dizem para não procedermos assim. (Mt 23:8­10)
25) Seria a escolha de seu “Pastor” ou “Ministro” por uma igreja uma prática com base nas Escrituras? O procedimento usual é que o candidato a “Pastor” seja convidado por uma igreja para ter a oportunidade de provar que é qualificado para o posto ministrando alguns sermões. Se a sua pregação for aceitável, então a igreja (geralmente através de um corpo de diáconos) irá elegê­lo para ser seu “Pastor” local. Estaria este procedimento de acordo com a Palavra de Deus?
26) Onde nas Escrituras há autoridade para essas igrejas escolherem seus anciãos? Não existe na Bíblia uma única igreja que tenha escolhido seus anciãos.
27) Com que autoridade das Escrituras as igrejas tornam alguns dias “santos” e observam festas cristãs como Sexta Feira Santa, Dia de Todos os Santos, Quaresma, Natal etc.? As Escrituras dizem que o cristianismo não tem nada a ver com épocas e dias especiais. (Gl 4:10; Cl 2:16)
28) Que autoridade das Escrituras têm aqueles que ministram nos púlpitos dessas igrejas para ensinar doutrinas erradas como Teologia do Pacto, Amilenialismo, Segurança Condicional, Purgatório, Absolvição, Guarda da Lei etc.?
29) Acaso existe autoridade das Escrituras para se promover reuniões de “Testemunho”, onde um homem se levanta e diz para a audiência como ele foi salvo, geralmente descrevendo sua vida passada de pecados?
30) Que autoridade há no Novo Testamento para se recolher dízimo (10% de nossa receita) da audiência, quando o dízimo é claramente uma lei Mosaica dada para Israel? (Lv 27:32, 34; Nm 18:21­24)
31) Onde há nas Escrituras base para campanhas para se levantar fundos e pedir doações de audiências mistas de salvos e perdidos nessas igrejas? A Bíblia indica que os servos do Senhor não tomavam “coisa alguma” das pessoas deste mundo que não eram salvas, quando pregavam o evangelho a elas. (3 Jo 7)
32) Seriam os seminários e escolas bíblicas o modo de Deus preparar um servo para o ministério? Conceder e receber diplomas e títulos (como Doutor em Divindade) seria uma prática fundamentada nas Escrituras? A Bíblia diz que não devemos dar títulos honoríficos uns aos outros. (Jó 32:21­22; Mt 23:7­12)
33) Será que existe qualquer fundamento na Palavra de Deus para essas igrejas enviarem Ministros e Pastores para um determinado lugar para executarem uma obra para o Senhor? Costumamos ouvir comentários como, “o Pastor fulano foi enviado por tal organização”. As Escrituras mostram que Cristo, a Cabeça da igreja e Senhor da seara, é quem envia os Seus servos para a obra que preparou para eles, por meio da direção do Espírito, e que a igreja deve tão somente reconhecer isso estendendo ao servo a destra à comunhão. (Mt 9:38; At 13:1­4; Gl 2:7­9).
34) Onde nas Escrituras vemos a ideia da igreja ser uma organização que ensina? Costumamos ouvir pessoas dizendo, “Nossa igreja ensina que…” Na Bíblia não vemos a igreja ensinando, mas sendo ensinada por indivíduos que são levantados pelo Senhor. (At 11:26; Rm 12:7; Ap 2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22; 1 Ts 5:27).

Retirado do Livro: A Ordem de Deus.